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domingo, 26 de junho de 2016

Michael

A intenção não é detalhar tanto a vida de Michael Jackson. Apenas contar o básico e tentar e lembrar como foi meu contato com suas músicas e as de sua época de criança.

Pra começar, ele nasceu em Gary (Indiana-EUA) no dia 29 de agosto de 1958, batizado como Michael Joseph Jackson.
Seu pai Joseph juntou seus irmãos Jackie, Tito Jermaine e Marlon, mais dois vizinhos pra formarem o grupo The Jacksons Brothers (em 1964).
Após fazerem apresentações menores, mudaram o nome pra Jackson Five, com Michael sendo o vocalista e dançarino. É considerado um dos primeiros grupos americanos formados por negros.
Começaram a lançar discos pela Motown RecordsDiana Ross (então vocalista do The Supremes) virou amiga/confidente de Michael.
Entre seus hits, tem I'll Be There, ABC, I Want You Back (que tocou no filme Guardiões da Galáxia), etc.

Surgiu um desenho animado em 1971, The Jackson 5ive. Fui pesquisar mais e vi que foi pela Rankin/Bass, a mesma produtora do filme A Festa do Monstro Maluco, que mais tarde lançaria Thundercats e Silverhawks. Durou 2 temporadas com apenas 23 episódios.
Me lembro de já ter assistido em 1991 pela Rede Manchete, quando foi incluído na programação junto com uma porção de desenhos da Hanna-Barbera.

Em 1976, o grupo muda de nome pra The Jacksons. Mas em seguida, já vou falar a respeito desta fase.

Integrantes: Jermaine Jackson (vocalista e guitarra-baixo), Tito Jackson (vocais e guitarra), Jackie Jackson (vocais) e Marlon Jackson (vocais)

Ex-integrantes: Michael Jackson (vocalista) e Randy Jackson (vocais e teclados).

Discografia do Jackson Five: Diana Ross Presents The Jackson 5 (1969), ABC (1970), Third Album (1970), Jackson 5 Christmas Album (1970), Maybe Tomorrow (1971), Lookin' Through the Windows (1972), Skywriter (1973), Get It Together (1973), Dancing Machine (1974) e Moving Violation (1975).

Os irmãos Jackson, como já disse, mudaram o nome de sua banda após assinarem contrato com a Epic, da gravadora CBS. Entre seus maiores sucessos, destacam-se Shake Your Body (Down to The Round), Can You Feel It e Enjoy Yourself.
Entre 1976 e 77, estrelaram uma série de TV, que nada mais era um show de variedades com músicas com duração de 12 episódios.
Mesmo tendo dissolvido o grupo em 1984, os Jacksons chegaram a se reunir e a fazer turnês com ou sem Michael.
Em 1992, saiu uma minissérie de 2 episódios contando sua trajetória. The Jacksons: An American Dream foi exibida 1 ano depois de forma mais parcelada e tarde da noite pela Globo, chamada de Os Jacksons.
Por fim, em 2009 teve um reality show com 6 episódios: The Jackson- A Family Dynasty, que não contou com a participação de Michael (que já tinha falecido) e de seu irmão Randy.

Integrantes dos Jacksons: os mesmos do Jackson 5.

Discografia dos Jacksons: The Jacksons (1976), Goin' Places (1977), Destiny (1978), Triumph (1980), Victory (1984) e 2300 Jackson Street (1989)

Ainda quando era vocalista do Jackson 5, Michael iniciou sua carreira solo no início dos anos 1970, que nem seu irmão Jermaine.
Em 1978, participou do musical The Wiz (O Mágico Inesquecível), adaptação de O Mágico de Oz em que Diana Ross interpretou Dorothy e ele fez o papel do Espantalho.

Do final da década de 1970 e início dos 80, o cantor foi ficando notório por seu estilo próprio de coreografia e canto.
Um de seus primeiros êxitos comerciais foi Thriller, do disco homônimo (1982), com um clipe dirigido por John Landis, que havia feito Um Lobisomem Americano e Londres. Nessa mesma época, fez dueto com Paul McCartney nas músicas Say Say Say e The Girl is Mine.
Participou em 1984 do disco e clipe da famosa e solidária We Are the World (USA For Africa) e no mesmo ano participou da música Somebody's Watching Me, de Rockwell.
Eu nem sabia que 2 anos depois, estrelou um filme futurista dirigido por Francis Ford Coppola e produzido por George LucasCaptain EO, somente exibido nos parques da Disney.

Também passei muito tempo sem saber que ele comprou os direitos das músicas dos Beatles!
Era mais fácil lembrar de Moonwalker (1988), que o SBT exibiu primeiro totalmente legendado e bem depois, dublado mas com legendadas pras músicas. Filme este que chegou a ter videogame.

Mesmo proclamado o Rei do Pop, aparente rival de Prince, tendo inúmeras canções que não saem da cabeça e incluídas em diversos filme, com o passar dos anos sua fisionomia foi bastante modificada por diversas plásticas e chegou ser acusado de aliciar crianças.
Casou em 1994 com Lisa Marie-Presley (filha de Elvis) e se divorciou 2 anos depois.
Michael fez uma ponta em Homens de Preto II (2002). 
Um ano depois, saiu um telefilme chamado Living with Michael Jackson, resultado de inúmeras entrevistas. A Band chegou a passar. Pelos trechos que vi, o narrador chamava de "bizarro" as extravagâncias, operações plásticas e suspeitas que poderiam ter ocorrido no rancho Neverland, a morada do cantor. 
Ofendido por tal documentário, Michael gravou uma entrevista como resposta... Take Two: The Footage Were You Never Meant to See.

Ele faleceu (deixando 3 filhos) dia 25 de junho de 2009, antes do lançamento do filme (misto de documentário e show) Michael Jackson's This Is It.

Discografia solo: Got to Be There (1972), Ben (1972), Music & Me (1973), Forever, Michael (1975), Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991), Invincible (2001), Michael (póstumo, 2010) e XCape (póstumo, 2014)

Mas afinal, como foi que descobri suas músicas e as dos Jacksons?
Através de rádios AM e FM. E também escutava um vinil compacto (um disquinho) lançado no Brasil pela Epic, com 2 faixas em cada lado, todas vindas do álbum Thriller.
Este exemplar não é meu. Achei a foto no Google Imagens.

Também escrevi algo sobre ele, no meu outro blog, há mais tempo:

Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Prince & Billy

Notícias desagradáveis que aparecem em redes sociais, TV ou rádio anunciando o falecimento de alguém da música, gerando assunto em sites e blogs, incluindo este. Detesto isso! E olha que tenho muita coisa sobre diversas coletâneas de artistas que curto. É a vida...

Na 2ª quinzena de abril, mais 2 cantores partiram e vim falar sobre eles.
O 1º, Prince Rogers Nelson (simplesmente, Prince), era também um compositor e multi-instrumentista vindo de Minneapolis (Minnesota- EUA) que começou sua carreira em 1976.
Em 1979, formou uma banda com negros e brancos, inspirada no grupo Sly and The Family Stone.
Prince causava polêmica já de cara, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980, com diversas performances e muitas letras de teor sexual, mas também conquistou sucesso através de músicas como 1999 (que está no 1º volume da coletânea Video Hits) e Little Red Corvette.

Após a substituição de alguns membros, sua banda é batizada de The Revolution em 1984 e lança a música Purple Rain com o filme e disco homônimos no mesmo ano, incluindo os hits When Doves Cry e I Would Die 4 U. Lembro que já tive a fita K-7 de Purple Rain, que pertencia a um tio meu. Mas não fazia ideia de que uma de suas faixas (Darling Nikki), por conta de sua letra obscena, inspirou a criação de um estatuto de censura pra certos álbuns. E viriam com este selo:
O cantor teve fama de ser alguém difícil de se trabalhar, perfeccionista e muito protetor de suas canções.
Criou uma banda funk (The Family) em 1985 e pro 1º álbum da mesma, compôs a música Nothing Compares 2 U... que seria regravada 5 anos mais tarde por Sinead O'Connor.
Em 1987, Prince criou um grupo de jazz-funk instrumental chamado Madhouse.
Fez as músicas que entraram pra trilha do filme Batman (de Tim Burton, 1989).
Fez 2 apresentações no Rock in Rio, em 1991.

Após brigas com a Warner Music e dizer que estava sendo escravizado pelas gravadoras, em 1993, ele decidiu denominar-se artisticamente como símbolo que mesclava as representações de masculino e feminino. Passou a se chamar O Artista Antes Conhecido Como Prince ou O Artista.
Só voltou a utilizar seu nome em 2000.

Dentre suas músicas de maior sucesso, além de Purple Rain, Little Red Corvette e 1999, têm When Doves Cry, Kiss, Nothing Compares 2 U, Batdance, Partyman, Cream, Gett OffThieves in The Temple, Musicology e a regravação de Betcha By Golly, Wow, popular na versão do The Stylistics.

Discografias: 
Carreira solo, Fase O Artista e Prince and The Revolution- For You (1978), Prince (1979), Dirty Mind (1980), Controversy (1981), 1999 (1982), Purple Rain (1984), Around the World in A Day (1985), Parade (1986), Sign O' the Times (1987), Lovesexy (1988), Batman (1989), Graffiti Bridge (1991), Come (1994), The Black Album (1994), The Gold Experience (1995), Chaos and Disorder (1996), Emancipation (1996), Crystal Ball/The Truth (1998), The Vault: Old Friends 4 Sale (1999), Rave Un2 the Joy Fantastic (1999), The Rainbow Children (2001), One Nite Alone (2002), Xpectation (2003), N.E.W.S. (2003), Musicology (2004), The Chocolate Invasion (2004), The Slaughterhouse (2004), 3121 (2006), Planet Earth (2007), Lotusflow3r/MPLSound (2009), 20Ten (2010) Plectrumelectrum (2014), Art Oficial Age (2014), HITnRUN Phase One (2015) e HITnRUN Phase Two (2015)

Madhouse- 8 (1987) e 16 (1987)

Prince and The New Power Generation- Diamonds and Pearls (1991), Love Symbol (1992), One Nite Alone... Live! (2002) e C-Note (2003)  

Filmografia e videografia: Purple Rain (1984), Under the Cherry Moon (1986), Sign O' the Times (1987) e Graffiti Bridge (1990) 

Faleceu dia 21 de abril, com 57 anos.
Paul Williams, o Billy Paul, começou sua carreia em 1959, nascido e criado na Filadélfia  (Pensylvania-EUA).
Mas ficou notório no início dos anos 1970.
2 de suas canções causaram polêmica: Am I Black Enough (1973), que era proibida em diversas emissoras e virou um fracasso comercial; e When Love is New (1975).
Fora isso, fez sucesso com Thanks for Saving My Life, Me and Mrs. JonesJuly July July July, Your Song (cover de Elton John) e Only the Strong Survive.
O cantor já veio ao Brasil, tocando em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Chegou até a gravar um dueto (Amanhã) com Sandra de Sá, música esta que ouvi primeiro numa rádio AM.
Após lançar seu último disco em 1988, Billy Paul declarou aposentadoria, mas passou a tocar em turnês por vários países.
Faleceu em 24 de abril, aos 81 anos.

Discografia: Feelin' Good At the Cadillac Club (1968), Ebony Woman (1970), Going Fast (1971), 360 Degrees of Billy Paul (1972), War of The Gods (1973), Live in Europe (1974), Got My Head On Straight (1975), When Love is New (1975), Let 'Em In (1976), Only the Strong Survive (1977), First Class (1979), Best of Billy Paul (1980), Lately (1985) e Wide Open (1988)

Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Eu Me Lembro Desta Compilação!


Lembram-se de quando falei de uma certa fita K-7 contendo várias músicas, inclusive, com uma específica?
Junto com aquela, tinha uma fita branca que se tratava de uma coletânea muito bacana, da qual nunca tinha ouvido falar. Talvez por ter sido lançada (conforme descobri, mais tarde) quando eu era muito novo. Achei até em vinil num sebo de Porto Alegre (da capa, acima).
Eis a seleção:
01. It's Raining Again- Supertramp
02. Sexual Healing- Marvin Gaye
03. I Cannot Believe It's True- Phil Collins
04. I Don't Wanna Dance- Eddy Grant
05. Steppin' Out- Joe Jackson (não é o pai escroto do Michael)
06. All Right- Christopher Cross
07. Billie Jean- Michael Jackson
08. Down Under- Men At Work
09. Der Kommissar- Falco
10. I.G.Y.- Donald Fagen
11. 1999- Prince
12. I Won't Let You Down- P.H.D. (esta, pensei que fosse do Simply Red!)

É evidente que, nas versões vinil e K-7, ficavam 6 músicas de cada lado. Dãããããããããã!
  
Gravadora: CBS (1983)

Também não sabia que era a 1º de uma coleção, conforme podem ver no blog Só Música: