Mesmo com o nome Vá Com Deus em espanhol, esta banda foi criada em Brussels (Bélgica) e em 1986. Talvez a música de maior sucesso (ao menos no Brasil, na MTV europeia e pra muita gente) seja a tristonha (a meu ver e ouvir) What's A Woman (que saiu em 1990, no álbum Night Owls), a qual cheguei a escutar muito e até mesmo na Continental FM. Ela foi incluída na trilha internacional da novela O Dono do Mundo (1991) e na do filme sueco Vingar av glas (Wings of Glass, 2000).
Nah Neh Nah (do mesmo disco que What's A Woman) teve uma versão remix denominada Hey (Nah Neh Nah) que foi lançada pela dupla alemã de DJ's Milk & Sugar (em 2010), mas conheci quando foi usada como cortina pra leitura de comentários do Podcast MdM.
O grupo encerrou atividades em 1996, sendo que desde 1991 virou uma "banda de uma mulher só" cuja responsável foi Danielle "Dani Klein" Schovaerts. Ela parou por conta de fadiga pelo excesso de trabalho.
Mas retomou sua carreira em 2004 até encerrar de vez... 10 anos depois.
Integrantes: Dani Klein (vocal, co-produtora e compositora)
Ex-integrantes: Dirk Schoufs (falecido em 1991- bateria), William "Willy Willy" Lombregt (guitarra), Jean-Michel Gielen (guitarra) e Sal La Rocca
Discografia: Vaya Con Dios (1988), Night Owls (1990), Time Flies (1992), Roots and Wings (1995), The Promise (2004) e Comme on est vennu (2009)
No dia 9 de dezembro, faleceu com 61 anos, Marie Fredriksson (a vocalista do Roxette). Em 2003, ela fez uma cirurgia pra retirar um tumor malígno do cérebro. Após a operação, teve sequelas graves como perda de visão do olho direito, mobilidade afetada, perda da capacidade de contar e de ler. Mas ela superou com rádio e quimioterapia, podendo voltar a fazer shows. Mas pelo visto e infelizmente, o tumor voltou anos depois e a forçou a se afastar pra realizar um novo tratamento.
Quando soube do falecimento da cantora, fiquei triste.
Já falei sobre 2 coletâneas do Roxette, aqui.
Mas, caso me perguntem o motivo de escolher um título melancólico além de uma notícia tão triste pra esta postagem e logo num fim de ano, a resposta é... não, gente! Não vou me mudar de cidade, estado ou país. Nem mesmo tirar minha vida, apesar das dificuldades financeiras. É que decidi parar com as atividades (ultimamente truncadas) deste blog. Mas nem tudo é tristeza, minha gente!! Isso porque continuarei a postar (na medida do possível) sobre música e similares no meu 1º e mais antigo blog: o VISÃO ANDF! ONDE MAIS?!
Desculpem se assustei! FORTES ABRAÇOS!!
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sábado, 14 de dezembro de 2019
Vá em Paz
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terça-feira, 11 de julho de 2017
Mês Especial do Rock 35- Os Replicantes, Joe Jackson e Steve Miller Band
Os Replicantes é um grupo gaúcho de punk rock natural de Porto Alegre, criado em 1983. Como pode-se notar, seu nome é o mesmo dos androides do filme Blade Runner, do qual já falei sobre a trilha sonora aqui.
Sua 1ª apresentação profissional foi no Bar Ocidente e divulgaram seu trabalho na rádio (então novata) Ipanema FM.
Lá por 1986, ganham fama nacional. Soube que já se apresentou, inclusive, em Alvorada-RS.
O vocalista Wander Wildner sai em 1989, indo tocar na banda Sangue Sujo no ano seguinte, com a qual gravou em fita demo Punk Rock Anfetamínico Que Matou a Modelo e a música Jesus Cristo Vai Voltar. Fez parte da banda Los Encarnados, gravando uma fita homônima em 1994 e depois partiu pra sua carreira solo.
Seu colega Carlos Gerbase (jornalista, cineasta, escritor, diretor de alguns clipes) assume seu posto no Replicantes.
Discografia de Wander: Baladas Sangrentas (1996), Buenos Dias! (1999), Eu Sou Feio... Mas Sou Bonito (2001), Paraquedas do Coração (2004), La Canción Inesperada (2008), Caminando y Cantando (2010), Mocochinchi Folksom (2013), Existe Alguém Aí? (2015), Wanclub: Músicas para Dançar- Volume 56 (2016) e A Vida é Uma Toalha Estendida no Varal (2016)
Wander só voltaria pro grupo em 2002, enquanto Carlos é quem saiu. Após a turnê que realizou na Europa (2007), ele saiu novamente e o posto de vocalista foi deixado pra Julia Barth.
Fora da banda, regravou a música Hippie, Punk, Rajneesh... além de lançar Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro e Bebendo Vinho. Sem falar em Eu Acredito em Milagres, uma versão em português de I Believe in Miracles (do Ramones).
Em 2014, apresentou-se em Alvorada, no extinto Taberna. Infelizmente, não pude ir.
Integrantes: Julia Barth (vocal), Cláudio Heinz (guitarra), Heron Heinz (irmão de Cláudio- baixo) e Cléber Andrade (bateria)
Ex-integrantes: Wanderlei Luis "Wander" Wildner (vocal), Carlos Gerbase (vocal e bateria) e Luciana Tomasi (teclados e produção)
Pra ninguém dizer que não mencionei as canções e hits da banda, hora de falar sobre uma coletânea:
Faixas: 1.Boy do Subterrâneo/ 2.Surfista Calhorda/ 3.Hippie, Punk, Rajneesh/ 4.A Verdadeira Corrida Espacial/ 5.Choque/ 6.Ele Quer Punk/ 7.Motel da Esquina/ 8.Mulher Enrustida/ 9.Porque Não/ 10.Chernobil/ 11.Sandina/ 12.Sexo & Violência/ 13.Astronauta/ 14.Festa Punk/ 15.Nicotina/ 16.Tom & Jerry/ 17.Só Mais Uma Chance (Pin-Up)/ 18.Problemas/ 19.Frankenstein Bonito/ 20.Falsificação
Sobre as músicas: Faixas 1 a 9 são de O Futuro é Vortex (1986). Faixas 10 a 16 vieram de Histórias de Sexo & Violência (1987). Faixas 17 a 20 são de Papel de Mau (1989).
Gravadora(s): BMG Brasil (1999)
David Ian Jackson (vulgo Joe Jackson) é um cantor e compositor natural de Sttafordshire (Inglaterra) que começou sua carreira em 1970. Nos primeiros anos, estudou música e tocou em clubes.
A música que mais ouvi dele foi Steppin' Out, que conheci pela coletânea Video Hits e que também escutei pela Antena 1.
Ele compôs trilhas pra filmes como Mike's Murder (1983) e Tucker (1988).
Lá por 2010 conheci a música One More Time e este ano, I'm the Man.
Discografia: Look Sharp! (1979), I'm the Man (1979), Beat Crazy (1980), Joe Jackson' Jumpin' Jive (1981), Night and Day (1982), Body and Soul (1984), Big World (1986), Will Power (1987), Blaze of Glory (1989), Laughter & Lust (1991), Night Music (1994), Heaven & Hell (1997), Symphony No. 1 (1999), Night and Day II (2000), Volume 4 (2003), Rain (2008), The Duke (2012) e Fast Forward (2015)
The Steve Miller Band é uma banda americana de São Francisco (Califórnia), criada em 1966.
Um ano antes, o vocalista Steve Miller era parte do grupo Goldberg-Miller Blues Band e saiu pra formar o Steve Miller Blues Band. Só em 1967 é que adotou o nome definitivo.
A 1ª música que ouvi quando criança (um de seus hits) foi Abracadabra, naquela mesma coletânea que tem uma do 10cc, que também tocou na Antena 1 e que foi incluída na trilha do filme O Incrível Mágico Burt Wonderstone (2013).
Outras que descobri não sabendo que eram de sua autoria foram: Fly Like An Eagle, regravada por Seal pra trilha do filme Space Jam (1996)... e The Joker, regravada (entre outros) por Fatboy Slim (em 2005).
Segue até hoje.
Integrantes: Steve Miller (vocal, guitarra, harmônica, teclados e sintetizadores), Kenny Lee Lewis (guitarra, baixo e backing vocals), Gordy Knudtson (bateria), Joseph Wooten (vocal, teclados e sintetizadores) e Jacob Peterson (guitarra)
Ex-integrantes: Lonnie Turner (baixo, guitarra e backing vocals), Boz Scaggs (guitarra e vocal), Jim Peterman (teclados e backing vocals), Tim Davis (falecido em 1988- bateria e vocal), James "Curley" Cooke (falecido em 2011- guitarra), Ben Sidran (teclados), Nicky Hopkins (piano), Bobby Winkelman (baixo, guitarra e vocal), Ross Valory (baixo e backing vocals), Roger Alan Clark (bateria), Jack King (bateria), Dick Thompson (teclados), Gary Mallaber (bateria, percussão, teclados e backing vocals), Gerald Johnson (baixo e backing vocals), John King (falecido em 2010- bateria), Les Dudek (guitarra), Doug Clifford (bateria), Greg Douglas (slide guitar e backing vocals), David Denny (guitarra e backing vocals), Byron Allred (teclados e sintetizadores), John Massaro (guitarra e backing vocals), Norton Buffalo (falecido em 2009- harmônica, guitarra e backing vocals), Billy Peterson (baixo e backing vocals), Bob Mallach (saxofone), Paul Peterson (guitarra), Ricky Peterson (teclados e sintetizadores), Keith Allen (guitarra e backing vocals) e Sonny Charles (vocal)
Discografia: Children of The Future (1968), Sailor (1968), Brave New World (1969), Your Saving Grace (1969), Number 5 (1970), Rock Love (1971), Recall the Begining... Journey From Eden (1972), The Joker (1973), Fly Like An Eagle (1974), Book of Dreams (1977), Circle of Love (1981), Abracadabra (1982), Italian X Rays (1984), Living in The 20th Century (1986), Born 2 B Blue (1988), Wide River (1993), Bingo! (2010) e Let Your Hair Down (2011)
Fontes: Discogs.com., Sonoridadesmultiplas.blogspot.com.br, Cliquemusic.uol.com.br e Wikipédia (Brasil e EUA)
Sua 1ª apresentação profissional foi no Bar Ocidente e divulgaram seu trabalho na rádio (então novata) Ipanema FM.
Lá por 1986, ganham fama nacional. Soube que já se apresentou, inclusive, em Alvorada-RS.
O vocalista Wander Wildner sai em 1989, indo tocar na banda Sangue Sujo no ano seguinte, com a qual gravou em fita demo Punk Rock Anfetamínico Que Matou a Modelo e a música Jesus Cristo Vai Voltar. Fez parte da banda Los Encarnados, gravando uma fita homônima em 1994 e depois partiu pra sua carreira solo.
Seu colega Carlos Gerbase (jornalista, cineasta, escritor, diretor de alguns clipes) assume seu posto no Replicantes.
Discografia de Wander: Baladas Sangrentas (1996), Buenos Dias! (1999), Eu Sou Feio... Mas Sou Bonito (2001), Paraquedas do Coração (2004), La Canción Inesperada (2008), Caminando y Cantando (2010), Mocochinchi Folksom (2013), Existe Alguém Aí? (2015), Wanclub: Músicas para Dançar- Volume 56 (2016) e A Vida é Uma Toalha Estendida no Varal (2016)
Wander só voltaria pro grupo em 2002, enquanto Carlos é quem saiu. Após a turnê que realizou na Europa (2007), ele saiu novamente e o posto de vocalista foi deixado pra Julia Barth.
Fora da banda, regravou a música Hippie, Punk, Rajneesh... além de lançar Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro e Bebendo Vinho. Sem falar em Eu Acredito em Milagres, uma versão em português de I Believe in Miracles (do Ramones).
Em 2014, apresentou-se em Alvorada, no extinto Taberna. Infelizmente, não pude ir.
Integrantes: Julia Barth (vocal), Cláudio Heinz (guitarra), Heron Heinz (irmão de Cláudio- baixo) e Cléber Andrade (bateria)
Ex-integrantes: Wanderlei Luis "Wander" Wildner (vocal), Carlos Gerbase (vocal e bateria) e Luciana Tomasi (teclados e produção)
Pra ninguém dizer que não mencionei as canções e hits da banda, hora de falar sobre uma coletânea:
Faixas: 1.Boy do Subterrâneo/ 2.Surfista Calhorda/ 3.Hippie, Punk, Rajneesh/ 4.A Verdadeira Corrida Espacial/ 5.Choque/ 6.Ele Quer Punk/ 7.Motel da Esquina/ 8.Mulher Enrustida/ 9.Porque Não/ 10.Chernobil/ 11.Sandina/ 12.Sexo & Violência/ 13.Astronauta/ 14.Festa Punk/ 15.Nicotina/ 16.Tom & Jerry/ 17.Só Mais Uma Chance (Pin-Up)/ 18.Problemas/ 19.Frankenstein Bonito/ 20.Falsificação
Sobre as músicas: Faixas 1 a 9 são de O Futuro é Vortex (1986). Faixas 10 a 16 vieram de Histórias de Sexo & Violência (1987). Faixas 17 a 20 são de Papel de Mau (1989).
Gravadora(s): BMG Brasil (1999)
David Ian Jackson (vulgo Joe Jackson) é um cantor e compositor natural de Sttafordshire (Inglaterra) que começou sua carreira em 1970. Nos primeiros anos, estudou música e tocou em clubes.
A música que mais ouvi dele foi Steppin' Out, que conheci pela coletânea Video Hits e que também escutei pela Antena 1.
Ele compôs trilhas pra filmes como Mike's Murder (1983) e Tucker (1988).
Lá por 2010 conheci a música One More Time e este ano, I'm the Man.
Discografia: Look Sharp! (1979), I'm the Man (1979), Beat Crazy (1980), Joe Jackson' Jumpin' Jive (1981), Night and Day (1982), Body and Soul (1984), Big World (1986), Will Power (1987), Blaze of Glory (1989), Laughter & Lust (1991), Night Music (1994), Heaven & Hell (1997), Symphony No. 1 (1999), Night and Day II (2000), Volume 4 (2003), Rain (2008), The Duke (2012) e Fast Forward (2015)
The Steve Miller Band é uma banda americana de São Francisco (Califórnia), criada em 1966.
Um ano antes, o vocalista Steve Miller era parte do grupo Goldberg-Miller Blues Band e saiu pra formar o Steve Miller Blues Band. Só em 1967 é que adotou o nome definitivo.
A 1ª música que ouvi quando criança (um de seus hits) foi Abracadabra, naquela mesma coletânea que tem uma do 10cc, que também tocou na Antena 1 e que foi incluída na trilha do filme O Incrível Mágico Burt Wonderstone (2013).
Outras que descobri não sabendo que eram de sua autoria foram: Fly Like An Eagle, regravada por Seal pra trilha do filme Space Jam (1996)... e The Joker, regravada (entre outros) por Fatboy Slim (em 2005).
Segue até hoje.
Integrantes: Steve Miller (vocal, guitarra, harmônica, teclados e sintetizadores), Kenny Lee Lewis (guitarra, baixo e backing vocals), Gordy Knudtson (bateria), Joseph Wooten (vocal, teclados e sintetizadores) e Jacob Peterson (guitarra)
Ex-integrantes: Lonnie Turner (baixo, guitarra e backing vocals), Boz Scaggs (guitarra e vocal), Jim Peterman (teclados e backing vocals), Tim Davis (falecido em 1988- bateria e vocal), James "Curley" Cooke (falecido em 2011- guitarra), Ben Sidran (teclados), Nicky Hopkins (piano), Bobby Winkelman (baixo, guitarra e vocal), Ross Valory (baixo e backing vocals), Roger Alan Clark (bateria), Jack King (bateria), Dick Thompson (teclados), Gary Mallaber (bateria, percussão, teclados e backing vocals), Gerald Johnson (baixo e backing vocals), John King (falecido em 2010- bateria), Les Dudek (guitarra), Doug Clifford (bateria), Greg Douglas (slide guitar e backing vocals), David Denny (guitarra e backing vocals), Byron Allred (teclados e sintetizadores), John Massaro (guitarra e backing vocals), Norton Buffalo (falecido em 2009- harmônica, guitarra e backing vocals), Billy Peterson (baixo e backing vocals), Bob Mallach (saxofone), Paul Peterson (guitarra), Ricky Peterson (teclados e sintetizadores), Keith Allen (guitarra e backing vocals) e Sonny Charles (vocal)
Discografia: Children of The Future (1968), Sailor (1968), Brave New World (1969), Your Saving Grace (1969), Number 5 (1970), Rock Love (1971), Recall the Begining... Journey From Eden (1972), The Joker (1973), Fly Like An Eagle (1974), Book of Dreams (1977), Circle of Love (1981), Abracadabra (1982), Italian X Rays (1984), Living in The 20th Century (1986), Born 2 B Blue (1988), Wide River (1993), Bingo! (2010) e Let Your Hair Down (2011)
Fontes: Discogs.com., Sonoridadesmultiplas.blogspot.com.br, Cliquemusic.uol.com.br e Wikipédia (Brasil e EUA)
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
Prince & Billy
Notícias desagradáveis que aparecem em redes sociais, TV ou rádio anunciando o falecimento de alguém da música, gerando assunto em sites e blogs, incluindo este. Detesto isso! E olha que tenho muita coisa sobre diversas coletâneas de artistas que curto. É a vida...
Na 2ª quinzena de abril, mais 2 cantores partiram e vim falar sobre eles.
O 1º, Prince Rogers Nelson (simplesmente, Prince), era também um compositor e multi-instrumentista vindo de Minneapolis (Minnesota- EUA) que começou sua carreira em 1976.
Em 1979, formou uma banda com negros e brancos, inspirada no grupo Sly and The Family Stone.
Prince causava polêmica já de cara, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980, com diversas performances e muitas letras de teor sexual, mas também conquistou sucesso através de músicas como 1999 (que está no 1º volume da coletânea Video Hits) e Little Red Corvette.
Após a substituição de alguns membros, sua banda é batizada de The Revolution em 1984 e lança a música Purple Rain com o filme e disco homônimos no mesmo ano, incluindo os hits When Doves Cry e I Would Die 4 U. Lembro que já tive a fita K-7 de Purple Rain, que pertencia a um tio meu. Mas não fazia ideia de que uma de suas faixas (Darling Nikki), por conta de sua letra obscena, inspirou a criação de um estatuto de censura pra certos álbuns. E viriam com este selo:
O cantor teve fama de ser alguém difícil de se trabalhar, perfeccionista e muito protetor de suas canções.
Criou uma banda funk (The Family) em 1985 e pro 1º álbum da mesma, compôs a música Nothing Compares 2 U... que seria regravada 5 anos mais tarde por Sinead O'Connor.
Em 1987, Prince criou um grupo de jazz-funk instrumental chamado Madhouse.
Fez as músicas que entraram pra trilha do filme Batman (de Tim Burton, 1989).
Fez 2 apresentações no Rock in Rio, em 1991.
Após brigas com a Warner Music e dizer que estava sendo escravizado pelas gravadoras, em 1993, ele decidiu denominar-se artisticamente como símbolo que mesclava as representações de masculino e feminino. Passou a se chamar O Artista Antes Conhecido Como Prince ou O Artista.
Só voltou a utilizar seu nome em 2000.
Dentre suas músicas de maior sucesso, além de Purple Rain, Little Red Corvette e 1999, têm When Doves Cry, Kiss, Nothing Compares 2 U, Batdance, Partyman, Cream, Gett Off, Thieves in The Temple, Musicology e a regravação de Betcha By Golly, Wow, popular na versão do The Stylistics.
Madhouse- 8 (1987) e 16 (1987)
Prince and The New Power Generation- Diamonds and Pearls (1991), Love Symbol (1992), One Nite Alone... Live! (2002) e C-Note (2003)
Filmografia e videografia: Purple Rain (1984), Under the Cherry Moon (1986), Sign O' the Times (1987) e Graffiti Bridge (1990)
Faleceu dia 21 de abril, com 57 anos.
Paul Williams, o Billy Paul, começou sua carreia em 1959, nascido e criado na Filadélfia (Pensylvania-EUA).
Mas ficou notório no início dos anos 1970.
2 de suas canções causaram polêmica: Am I Black Enough (1973), que era proibida em diversas emissoras e virou um fracasso comercial; e When Love is New (1975).
Fora isso, fez sucesso com Thanks for Saving My Life, Me and Mrs. Jones, July July July July, Your Song (cover de Elton John) e Only the Strong Survive.
O cantor já veio ao Brasil, tocando em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Chegou até a gravar um dueto (Amanhã) com Sandra de Sá, música esta que ouvi primeiro numa rádio AM.
Após lançar seu último disco em 1988, Billy Paul declarou aposentadoria, mas passou a tocar em turnês por vários países.
Faleceu em 24 de abril, aos 81 anos.
Discografia: Feelin' Good At the Cadillac Club (1968), Ebony Woman (1970), Going Fast (1971), 360 Degrees of Billy Paul (1972), War of The Gods (1973), Live in Europe (1974), Got My Head On Straight (1975), When Love is New (1975), Let 'Em In (1976), Only the Strong Survive (1977), First Class (1979), Best of Billy Paul (1980), Lately (1985) e Wide Open (1988)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
Na 2ª quinzena de abril, mais 2 cantores partiram e vim falar sobre eles.
O 1º, Prince Rogers Nelson (simplesmente, Prince), era também um compositor e multi-instrumentista vindo de Minneapolis (Minnesota- EUA) que começou sua carreira em 1976.
Em 1979, formou uma banda com negros e brancos, inspirada no grupo Sly and The Family Stone.
Prince causava polêmica já de cara, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980, com diversas performances e muitas letras de teor sexual, mas também conquistou sucesso através de músicas como 1999 (que está no 1º volume da coletânea Video Hits) e Little Red Corvette.
Após a substituição de alguns membros, sua banda é batizada de The Revolution em 1984 e lança a música Purple Rain com o filme e disco homônimos no mesmo ano, incluindo os hits When Doves Cry e I Would Die 4 U. Lembro que já tive a fita K-7 de Purple Rain, que pertencia a um tio meu. Mas não fazia ideia de que uma de suas faixas (Darling Nikki), por conta de sua letra obscena, inspirou a criação de um estatuto de censura pra certos álbuns. E viriam com este selo:
O cantor teve fama de ser alguém difícil de se trabalhar, perfeccionista e muito protetor de suas canções.
Criou uma banda funk (The Family) em 1985 e pro 1º álbum da mesma, compôs a música Nothing Compares 2 U... que seria regravada 5 anos mais tarde por Sinead O'Connor.
Em 1987, Prince criou um grupo de jazz-funk instrumental chamado Madhouse.
Fez as músicas que entraram pra trilha do filme Batman (de Tim Burton, 1989).
Fez 2 apresentações no Rock in Rio, em 1991.
Após brigas com a Warner Music e dizer que estava sendo escravizado pelas gravadoras, em 1993, ele decidiu denominar-se artisticamente como símbolo que mesclava as representações de masculino e feminino. Passou a se chamar O Artista Antes Conhecido Como Prince ou O Artista.
Só voltou a utilizar seu nome em 2000.
Dentre suas músicas de maior sucesso, além de Purple Rain, Little Red Corvette e 1999, têm When Doves Cry, Kiss, Nothing Compares 2 U, Batdance, Partyman, Cream, Gett Off, Thieves in The Temple, Musicology e a regravação de Betcha By Golly, Wow, popular na versão do The Stylistics.
Discografias:
Carreira solo, Fase O Artista e Prince and The Revolution- For You (1978), Prince (1979), Dirty Mind (1980), Controversy (1981), 1999 (1982), Purple Rain (1984), Around the World in A Day (1985), Parade (1986), Sign O' the Times (1987), Lovesexy (1988), Batman (1989), Graffiti Bridge (1991), Come (1994), The Black Album (1994), The Gold Experience (1995), Chaos and Disorder (1996), Emancipation (1996), Crystal Ball/The Truth (1998), The Vault: Old Friends 4 Sale (1999), Rave Un2 the Joy Fantastic (1999), The Rainbow Children (2001), One Nite Alone (2002), Xpectation (2003), N.E.W.S. (2003), Musicology (2004), The Chocolate Invasion (2004), The Slaughterhouse (2004), 3121 (2006), Planet Earth (2007), Lotusflow3r/MPLSound (2009), 20Ten (2010) Plectrumelectrum (2014), Art Oficial Age (2014), HITnRUN Phase One (2015) e HITnRUN Phase Two (2015)Madhouse- 8 (1987) e 16 (1987)
Prince and The New Power Generation- Diamonds and Pearls (1991), Love Symbol (1992), One Nite Alone... Live! (2002) e C-Note (2003)
Filmografia e videografia: Purple Rain (1984), Under the Cherry Moon (1986), Sign O' the Times (1987) e Graffiti Bridge (1990)
Faleceu dia 21 de abril, com 57 anos.
Paul Williams, o Billy Paul, começou sua carreia em 1959, nascido e criado na Filadélfia (Pensylvania-EUA).
Mas ficou notório no início dos anos 1970.
2 de suas canções causaram polêmica: Am I Black Enough (1973), que era proibida em diversas emissoras e virou um fracasso comercial; e When Love is New (1975).
Fora isso, fez sucesso com Thanks for Saving My Life, Me and Mrs. Jones, July July July July, Your Song (cover de Elton John) e Only the Strong Survive.
O cantor já veio ao Brasil, tocando em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Chegou até a gravar um dueto (Amanhã) com Sandra de Sá, música esta que ouvi primeiro numa rádio AM.
Após lançar seu último disco em 1988, Billy Paul declarou aposentadoria, mas passou a tocar em turnês por vários países.
Faleceu em 24 de abril, aos 81 anos.
Discografia: Feelin' Good At the Cadillac Club (1968), Ebony Woman (1970), Going Fast (1971), 360 Degrees of Billy Paul (1972), War of The Gods (1973), Live in Europe (1974), Got My Head On Straight (1975), When Love is New (1975), Let 'Em In (1976), Only the Strong Survive (1977), First Class (1979), Best of Billy Paul (1980), Lately (1985) e Wide Open (1988)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
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quarta-feira, 16 de março de 2016
Gangue Legal
Criado pelos irmãos Robert (Muhammad Bayyan) e Ronald Bell (Khalis Bayyan), em Nova Jersey (EUA), o Kool & The Gang surgiu em 1964 e lançou um disco com o mesmo nome. Mas já teve outros nomes, antes: Jazziacs, The New Dimensions, The Soul Town Band e Kool and The Flames.
Sua sonoridade, inicialmente, veio do jazz. Depois ficaram numa pegada mais funk e R&B.
Ficou notório a partir de meados da década de 1970 até início dos 80. Um de seus discos (Celebrate!) foi produzido pelo arranjador/pianista/compositor Eumir Deodato.
Mesmo com seus altos e baixos, não interromperam sua carreira.
Integrantes: Robert "Kool" Bell (baixo), Ronald Bell (saxofone tenor), George Brown (bateria), Dennis Thomas (saxofone), Shawn McQuiller (vocal), Lavell Evans (vocal), Curtis "Fitz" Williams (teclados), Michael Ray (trompete), Timothy Horton (bateria), Amir Bayyan (guitarra) e Louis Taylor (saxofone)
Ex-integrantes: James "J.T." Taylor (vocal), Rick "West" Westfield (falecido- teclados e piano), Claydes Charles Smith (falecido- guitarra), Robert "Spike" Mickens (falecido- trompete), Larry Gittens (trompete), Otha Nash (percussão), Donald Boyce (vocal), Kevin Lassiter (percussão), Clifford Adams (trombone) e Royal Bayyan (guitarra)
Ah, é! Achei uma coletânea há um tempão. Vejam só...
Faixas: 1.Celebration/ 2.Jungle Boogie/ 3.Ladies' Night/ 4.Joanna/ 5.Get Down On It/ 6.Hollywood Swinging/ 7.Cherish/ 8.Fresh/ 9.Too Hot/ 10.Take My Heart (You Can Have It If You Want It)/ 11.Big Fun
Sobre as músicas: A 1ª faixa é de Celebrate! (1980). Faixas 2 e 6 vieram de Wild and Peaceful (1973). Faixas 3 e 9 são de Ladies' Night (1979). A 4ª música é de In the Heart (1983). A faixa 5 veio de Something Special (1981). Faixas 7 e 8 são de Emergency (1984). A faixa 10 é um single de 1981.
Ficaram de fora deste disco... Let's Go Dancin' (Ooh La La La) e Special Way.
Jungle Boogie também foi incluída na trilha do filme Pulp Fiction (1995). E uma versão de Cherish também faz parte da trilha internacional da novela Cambalacho (1986).
Gravadora(s): Mercury (2000)
Fontes: Koolandthegang,com, Wikipédia (Brasil e EUA)
Sua sonoridade, inicialmente, veio do jazz. Depois ficaram numa pegada mais funk e R&B.
Ficou notório a partir de meados da década de 1970 até início dos 80. Um de seus discos (Celebrate!) foi produzido pelo arranjador/pianista/compositor Eumir Deodato.
Mesmo com seus altos e baixos, não interromperam sua carreira.
Integrantes: Robert "Kool" Bell (baixo), Ronald Bell (saxofone tenor), George Brown (bateria), Dennis Thomas (saxofone), Shawn McQuiller (vocal), Lavell Evans (vocal), Curtis "Fitz" Williams (teclados), Michael Ray (trompete), Timothy Horton (bateria), Amir Bayyan (guitarra) e Louis Taylor (saxofone)
Ex-integrantes: James "J.T." Taylor (vocal), Rick "West" Westfield (falecido- teclados e piano), Claydes Charles Smith (falecido- guitarra), Robert "Spike" Mickens (falecido- trompete), Larry Gittens (trompete), Otha Nash (percussão), Donald Boyce (vocal), Kevin Lassiter (percussão), Clifford Adams (trombone) e Royal Bayyan (guitarra)
Ah, é! Achei uma coletânea há um tempão. Vejam só...
Faixas: 1.Celebration/ 2.Jungle Boogie/ 3.Ladies' Night/ 4.Joanna/ 5.Get Down On It/ 6.Hollywood Swinging/ 7.Cherish/ 8.Fresh/ 9.Too Hot/ 10.Take My Heart (You Can Have It If You Want It)/ 11.Big Fun
Sobre as músicas: A 1ª faixa é de Celebrate! (1980). Faixas 2 e 6 vieram de Wild and Peaceful (1973). Faixas 3 e 9 são de Ladies' Night (1979). A 4ª música é de In the Heart (1983). A faixa 5 veio de Something Special (1981). Faixas 7 e 8 são de Emergency (1984). A faixa 10 é um single de 1981.
Ficaram de fora deste disco... Let's Go Dancin' (Ooh La La La) e Special Way.
Jungle Boogie também foi incluída na trilha do filme Pulp Fiction (1995). E uma versão de Cherish também faz parte da trilha internacional da novela Cambalacho (1986).
Gravadora(s): Mercury (2000)
Fontes: Koolandthegang,com, Wikipédia (Brasil e EUA)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Postumamente...
A cantora e compositora britânica que conquistou muito espaço na música internacional entre 2003 e este ano.Acabou na lista de celebridades que se foram aos 27 anos, ao falecer em 23 de julho. E foi por causa de drogas.
A capa acima é de seu 2° e mais notório álbum.
Faixas: 1-Rehab/ 2- You Know I´m No Good/ 3-Me & Mr Jones/ 4- Just Friends/ 5-Back to Black/ 6-Love Is a Losing Game/ 7-Tears Dry on Their Own/ 8-Wake Up Alone/ 9-Some Unholy War/ 10-He Can Only Hold Her
Gravadora(s): Island Records, Universal Republic
Fontes: Wikipédia Brasil
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Caubóis Cósmicos na Terra?
Acham que vou falar de uma (im)provável versão futurista de Tex? NÃO!
Do Jonah Hex robotizado? NEM MORTO!
Do Surfista Prateado, versão country? NADA A VER!
Do retorno do etê Ziggy Stardust (David Bowie)? VAI SONHANDO...
Chega de asneiras!
Na realidade, o assunto é...
A banda de Jay Kay! E na ativa desde 1992!
Som agradável. Videoclipes bacanas.
Me lembro que no primeiro dia do "recente ano que passou", assisti um pouco de MTV e adivinha qual o clipe que vi? Foi Virtual Insanity, do Jamiroquai!
A seguir, a lista de faixas desta compilação, que achei e baixei:
01- When You Gonna Learn, 02- Too Young To Die, 03- Blow Your Mind, 04- Emergency On Planet Earth, 05- Space Cowboy, 06- Virtual Insanity (foi trilha da novela Anjo Mau), 07- Cosmic Girl, 08- Allright, 09- Deeper Underground (foi trilha do filme Godzilla, de Roland Emmerich), 10- Canned Heat, 11- Little L, 12- Love Foolosophy, 13- Corner Of The Earth, 14- Feels Just Like It Should, 15- Seven Days In Sunny June (esta usaram na novela Belíssima), 16- (Don´t) Give Hate A Chance, 17- Runaway, 18-Radio
Uma pena que não foi incluída Drifting Along. Pena, o K7! Esta também baixei! Hehehe!
Gravadora: Sony/BMG (2006)
Do Jonah Hex robotizado? NEM MORTO!
Do Surfista Prateado, versão country? NADA A VER!
Do retorno do etê Ziggy Stardust (David Bowie)? VAI SONHANDO...
Chega de asneiras!
Na realidade, o assunto é...
A banda de Jay Kay! E na ativa desde 1992!Som agradável. Videoclipes bacanas.
Me lembro que no primeiro dia do "recente ano que passou", assisti um pouco de MTV e adivinha qual o clipe que vi? Foi Virtual Insanity, do Jamiroquai!
A seguir, a lista de faixas desta compilação, que achei e baixei:
01- When You Gonna Learn, 02- Too Young To Die, 03- Blow Your Mind, 04- Emergency On Planet Earth, 05- Space Cowboy, 06- Virtual Insanity (foi trilha da novela Anjo Mau), 07- Cosmic Girl, 08- Allright, 09- Deeper Underground (foi trilha do filme Godzilla, de Roland Emmerich), 10- Canned Heat, 11- Little L, 12- Love Foolosophy, 13- Corner Of The Earth, 14- Feels Just Like It Should, 15- Seven Days In Sunny June (esta usaram na novela Belíssima), 16- (Don´t) Give Hate A Chance, 17- Runaway, 18-Radio
Uma pena que não foi incluída Drifting Along. Pena, o K7! Esta também baixei! Hehehe!
Gravadora: Sony/BMG (2006)
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