O amigo Jerônimo de Souza (o JSouza, que escreveu diversos artigos pra cá) postou no grupo que leva o nome deste blog (lá no Facebook) um vídeo contendo um álbum completo de tecno minimalista climático, que nunca escutei antes. Foi bem difícil de achar informações e alguma foto de tal grupo tão obscuro. Encontrei poucas coisas, mas...
Solid Space era uma dupla britânica formada em Londres e em 1980. 2 anos depois, lançou seu único álbum, Space Museum. Pra estas músicas, contaram com a participação do musico Jon Winegum.
Um de seus integrantes (Matthew Vosburgh) trabalhou em outros grupos: Exhibit A e Twelve Cubic Feet.
Dissolveu-se em 1984.
Integrantes: Matthew "Matrices" Vosburgh (vocal) e Dan Goldstein (teclados)
As músicas, que só foram lançadas em vinil e fita K7, são curiosas. Pelo que li, tiveram influências de ficção científica. Nota-se pela capa, cuja foto parece tirada de um jornal antigo. Tem uma sonoridade que me faz lembrar de Kraftwerk e New Order.
Faixas: 1.Afghan Dance/ 2.Spectrum is Green/ 3.Destination Moon/ 4.The Guests/ 5.New Statue ("Morning Song")/ 6.A Darkness in My Soul/ 7.Radio France/ 8.Tenth Planet/ 9.Earthshock/ 10.Contemplation/ 11.Please Don't Fade Away
Gravadora(s): selo In Phaze Records (1982)
Fontes: laurentpons.com, discogs.com, lasfm.com e Youtube
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Espaço Sólido
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segunda-feira, 23 de maio de 2016
Jovem no Sobrenome
Neil Percival Young é canadense nascido em Toroto (Ontário) e em 1945.
Em atividade desde 1960, já foi integrante de diversas bandas, como The Mynah Birds (1966), Buffalo Springfield (1966 a 68), Crazy Horse (1968 a 69, mas que volta e meia o acompanha) e Crosby, Stills, Nash & Young (1969 a 70).
É famoso por sua voz suave, pelas letras provocativas e músicas do porte de Comes a Time, My My, Hey Hey (Into the Black), Rockin' in The Free World, Heart of Gold, Cinnamon Girl e Let's Impeach the President.
Decidi falar um bocado de Neil Young após assistir a um vídeo do Facebook, postado pelo amigo/professor Paulo Ricardo Kobielski que mostrava seu toca discos rodando um vinil e a faixa era de, justamente, Comes a Time.
Agora, confiram o conteúdo desta compilação que achei há um tempão:
Em atividade desde 1960, já foi integrante de diversas bandas, como The Mynah Birds (1966), Buffalo Springfield (1966 a 68), Crazy Horse (1968 a 69, mas que volta e meia o acompanha) e Crosby, Stills, Nash & Young (1969 a 70).
É famoso por sua voz suave, pelas letras provocativas e músicas do porte de Comes a Time, My My, Hey Hey (Into the Black), Rockin' in The Free World, Heart of Gold, Cinnamon Girl e Let's Impeach the President.
Decidi falar um bocado de Neil Young após assistir a um vídeo do Facebook, postado pelo amigo/professor Paulo Ricardo Kobielski que mostrava seu toca discos rodando um vinil e a faixa era de, justamente, Comes a Time.
Agora, confiram o conteúdo desta compilação que achei há um tempão:
Músicas desta coletânea: 1.Down By the River/ 2.Cowgirl in The Sand/ 3.Cinnamon Girl/ 4.Helpless/ 5.After the Gold Rush/ 6.Only Love Can Break Your Heart/ 7.Southern Man/ 8.Ohio/ 9.The Needle and The Damage Done/ 10.Old Man/ 11.Heart of Gold/ 12.Like a Hurricane/ 13.Comes a Time/ 14.Hey Hey, My My (Into the Black)/ 15.Rockin' in The Free World/ 16.Harvest Moon
Sobre cada uma: Faixas 1 a 3 vieram de Everybody Knows This is Nowhere (1969). A faixa 4 é de Déjà Vu (1970). Faixas da 5 a 7 são de After the Gold Rush (1970). A faixa 8 saiu como single em 1970. Faixas 9 a 11 saíram de Harvest (1972). A faixa 12 é de American Stars 'n Bars (1977). A 13ª é do disco homônimo (de 1978). A faixa 14 veio de Rust Never Sleeps (1979). A faixa 15 é de Freedom (1989). E a 16 é do álbum de mesmo nome, que saiu em 1992.
Gravadora(s): Reprise (2004)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
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terça-feira, 17 de maio de 2016
Gêmeos Camuflados do Pai Alemon?
Consegui mais esta façanha de criar um novo título bizarro pra falar de 3 bandas que, não são parentes. Mas então, o que todas têm em comum? Vieram da Alemanha!
Começando com The Twins (da foto, acima), criada em 1980 e é de Berlim. Além disso, apesar de seu nome ser "Os Gêmeos", a dupla não é formada por irmãos. Dããã...
Ambos decidiram tocar juntos e influenciados por outros grupos, tais como Depeche Mode, OMD e Tubeway Army (de Gary Numan).
Dentre seus hits, está Face to Face - Heart to Heart (1982), que foi tocada em FM's brasleiras e... nem me lembro se ouvi os outros. Talvez tenha escutado sem saber de quem era.
Ainda seguem na ativa.
Integrantes: Ronny Schreinzer (vocal e bateria) e Sven Dohrow (vocal e guitarra)
Discografia: Passion Factory (1981), Modern Lifestyle (1982), A Wild Romance (1984), Until the End of Time (1985), Hold On to Your Dreams (1987) e The Impossible Dream (1993)
Camouflage é originário de Bietigheim-Bissingen, formado por 4 amigos em 1983 com o nome de Licenced Technology. Um ano depois, um deles deixa o grupo que passou a se chamar de Camouflage, inspirados numa música homônima de uma banda japonesa chamada Yellow Magic Orchestra.
Seu maior êxito comercial foi The Great Commandment (1988), mas não se pode ignorar Love is A Shield (1989). Estas eram canções de presença no programa Boys Don't Cry, da extinta Pop Rock FM.
Há mais de um ano, descobri as 2 versões de Suspicious Love (1993) via Youtube.
Ainda segue carreira até hoje e ainda como um trio.
Integrantes: Marcus Meyn (vocal), Heiko Maile (teclados, sintetizadores e backing vocals) e Oliver Kreyssig (teclados)
Ex-integrante: Martin Kähling
Discografia: Voices & Images (1988), Methods of Silence (1989), Meanwhile (1991), Bodega Bohemia (1993), Spice Crackers (1995), Sensor (2003), Relocated (2006) e Greyscale (2015)
E da cidade de Colônia (Cologne), os roqueiros do BAP iniciaram sua carreira em 1976.
O nome não é uma sigla, mas uma variação de Bapp. Ou melhor, é como se pronuncia papp (pai, em alemão) no dialeto kölsch, natural daquela cidade.
Quase todas as letras de suas canções foram compostas com o mesmo dialeto e a sua mais famosa é Verdamp Lang Her (1981). Redescobri a dita cuja através de uma mensagem por celular de Alex Doeppre (Quadrante Sul Comics). Era outro caso de eu já ter escutado diversas vezes e sem saber de quem se tratava.
Algumas das influências do BAPP são Rolling Stones, The Kinks e Bruce Springsteen.
Continuam tocando atualmente.
Integrantes: Wolfgang "Maitre" Niedecken (vocal), Werner Kopal (baixo) e Michael Nass (teclados)
Ex-integrantes: "Afro" Bauermann (percussão), Rainer Gulich (saxofone), Hans Heres (guitarra), Klaus Hogrefe (baixo), Wolfgang Boecker (bateria), Manfred Boecker (percussão), Wolfgang Klever (baixo), Bernd Odenthal (teclados), Fritz Kullmann (saxofone), Stephan "Steve Borg" Kriegeskorte (baixo), Klaus Heuser (guitarra), Hans Wollrath (sons) (?), Alexander Büchel (teclados), Jan Dix (bateria), Pete King (bateria), Jürgen Zöller (bateria), Mario Argandoña (percussão), Jens Streifling (saxofone), Sheryl Hackett (percussão) e Helmut Krumminga (guitarra)
Discografia: Wolfgang Niedecken's BAP Rockt Andere Kölsche Leeder (1979), Affjetaut (1980), Für Usszeschnigge! (1981), Vun Drinne Noh Drusse (1982), Zwesche Salzjebäck Un Bier (1984), Ahl Männer, Aalglatt (1986), Da Capo (1988), X für 'e U (1990), Pik Sibbe (1993), Amerika (1996), Comics & Pin-Ups (1999), Tonfilm (1999), Aff Un Zo (2001), Sonx (2004), Dreimal Zehn Jahre (2005), Halv Su Wild (2011), Volles Programm (2011) e Niedeckens BAP: Liebenslänglich (2016)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA), www.camouflage-music.com e www.the-twins.de
Começando com The Twins (da foto, acima), criada em 1980 e é de Berlim. Além disso, apesar de seu nome ser "Os Gêmeos", a dupla não é formada por irmãos. Dããã...
Ambos decidiram tocar juntos e influenciados por outros grupos, tais como Depeche Mode, OMD e Tubeway Army (de Gary Numan).
Dentre seus hits, está Face to Face - Heart to Heart (1982), que foi tocada em FM's brasleiras e... nem me lembro se ouvi os outros. Talvez tenha escutado sem saber de quem era.
Ainda seguem na ativa.
Integrantes: Ronny Schreinzer (vocal e bateria) e Sven Dohrow (vocal e guitarra)
Discografia: Passion Factory (1981), Modern Lifestyle (1982), A Wild Romance (1984), Until the End of Time (1985), Hold On to Your Dreams (1987) e The Impossible Dream (1993)
Camouflage é originário de Bietigheim-Bissingen, formado por 4 amigos em 1983 com o nome de Licenced Technology. Um ano depois, um deles deixa o grupo que passou a se chamar de Camouflage, inspirados numa música homônima de uma banda japonesa chamada Yellow Magic Orchestra.
Seu maior êxito comercial foi The Great Commandment (1988), mas não se pode ignorar Love is A Shield (1989). Estas eram canções de presença no programa Boys Don't Cry, da extinta Pop Rock FM.
Há mais de um ano, descobri as 2 versões de Suspicious Love (1993) via Youtube.
Ainda segue carreira até hoje e ainda como um trio.
Integrantes: Marcus Meyn (vocal), Heiko Maile (teclados, sintetizadores e backing vocals) e Oliver Kreyssig (teclados)
Ex-integrante: Martin Kähling
Discografia: Voices & Images (1988), Methods of Silence (1989), Meanwhile (1991), Bodega Bohemia (1993), Spice Crackers (1995), Sensor (2003), Relocated (2006) e Greyscale (2015)
E da cidade de Colônia (Cologne), os roqueiros do BAP iniciaram sua carreira em 1976.
O nome não é uma sigla, mas uma variação de Bapp. Ou melhor, é como se pronuncia papp (pai, em alemão) no dialeto kölsch, natural daquela cidade.
Quase todas as letras de suas canções foram compostas com o mesmo dialeto e a sua mais famosa é Verdamp Lang Her (1981). Redescobri a dita cuja através de uma mensagem por celular de Alex Doeppre (Quadrante Sul Comics). Era outro caso de eu já ter escutado diversas vezes e sem saber de quem se tratava.
Algumas das influências do BAPP são Rolling Stones, The Kinks e Bruce Springsteen.
Continuam tocando atualmente.
Integrantes: Wolfgang "Maitre" Niedecken (vocal), Werner Kopal (baixo) e Michael Nass (teclados)
Ex-integrantes: "Afro" Bauermann (percussão), Rainer Gulich (saxofone), Hans Heres (guitarra), Klaus Hogrefe (baixo), Wolfgang Boecker (bateria), Manfred Boecker (percussão), Wolfgang Klever (baixo), Bernd Odenthal (teclados), Fritz Kullmann (saxofone), Stephan "Steve Borg" Kriegeskorte (baixo), Klaus Heuser (guitarra), Hans Wollrath (sons) (?), Alexander Büchel (teclados), Jan Dix (bateria), Pete King (bateria), Jürgen Zöller (bateria), Mario Argandoña (percussão), Jens Streifling (saxofone), Sheryl Hackett (percussão) e Helmut Krumminga (guitarra)
Discografia: Wolfgang Niedecken's BAP Rockt Andere Kölsche Leeder (1979), Affjetaut (1980), Für Usszeschnigge! (1981), Vun Drinne Noh Drusse (1982), Zwesche Salzjebäck Un Bier (1984), Ahl Männer, Aalglatt (1986), Da Capo (1988), X für 'e U (1990), Pik Sibbe (1993), Amerika (1996), Comics & Pin-Ups (1999), Tonfilm (1999), Aff Un Zo (2001), Sonx (2004), Dreimal Zehn Jahre (2005), Halv Su Wild (2011), Volles Programm (2011) e Niedeckens BAP: Liebenslänglich (2016)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA), www.camouflage-music.com e www.the-twins.de
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
Ultra Vozes Sem Crise na China
Ultravox!, banda britânica de Londres, surgiu em 1973 com o nome de Tiger Lily. Em 1976, mudam pro nome que a tornou notória e que também serviu de título pro seu primeiro disco lançado 1 ano depois.
Em 1978, o ponto de exclamação é retirado do nome. Um dos integrantes trabalhou com Gary Numan e tocou no grupo Visage.
Mesmo famosa, principalmente por Dancing With Tears in My Eyes (de 1984 e que conheci via rádio), Ultravox também tem outras músicas como Sleepwalk, Vienna e All Stood Still.
Parou de tocar em 1987, se reuniu no período de 1992 a 1996 e voltou a ativa em 2008.
Um artigo mais detalhado foi escrito e publicado por Alex Doeppre (Quadrante Sul Comics) no suplemento A Era de Plástico 01, dentro do fanzine Sonoridades Múltiplas 03. É mesmo! Já falei a respeito bem aqui.
Integrantes: Midge Ure (vocal, guitarra e teclados), Chris Cross (vocal, baixo e sintetizadores), Warren Cann (vocal, bateria e percussão eletrônica) e Billy Currie (sintetizadores, teclados, violino e viola)
Ex-integrantes: John Foxx (vocal), Stevie Shears (guitarra), Robin Simon (vocal e guitarra), Mark Brzezicki (bateria), Tony Fenelle (vocal e guitarra), Gerry Laffy (guitarra), Neal Wilkinson (bateria), Jackie Williams (vocal), Sam Blue (vocal), Vinny Burns (guitarra), Tony Holmes (baixo) e Garry Williams (bateria)
Discografia: Ultravox! (1977), Ha!-Ha!-Ha! (1977), Systems of Romance (1978), Vienna (1980), Rage in Eden (1981), Quartet (1982), Lament (1984), U-Vox (1986), Revelation (1993), Ingenuity (1994) e Brill!ant (2012)
Mesmo tendo uma dupla principal em sua formação desde sua criação em 1979, o China Crisis contou com diversos músicos ao longo de sua carreira.
Surgiu em Kirkby (Merseyside- Inglaterra), ainda lança álbuns até hoje e seu principal hit é Wishful Thinking (1983), que também descobri em programas de flashbacks oitentistas.
Uma música que descobri este ano foi King in A Catholic Style (Wake Up).
Integrantes: Gary Daly (vocal e teclados) e Eddie Lundon (guitarra)
Ex-integrantes: Dave Rilley (bateria e percussão), Gazza Johnson (baixo guitarra), Kevin Wilkinson (bateria), Walter Becker (vocal, baixo e guitarra) e Brian McNeill (teclados)
Discografia: Difficult Shapes & Passive Rhythms, Some People Think It's Fun to Entertain (1982), Working With Fire and Steel - Possible Pop Songs Volume Two (1983), Flaunt the Imperfection (1985), What Price Paradise (1986), Diary of A Hollow Horse (1989), Warped by Success (1994) e Autumm in Neighbourhood (2015)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA) e A Era de Plástico Nº 1 (maio de 2014)
Em 1978, o ponto de exclamação é retirado do nome. Um dos integrantes trabalhou com Gary Numan e tocou no grupo Visage.
Mesmo famosa, principalmente por Dancing With Tears in My Eyes (de 1984 e que conheci via rádio), Ultravox também tem outras músicas como Sleepwalk, Vienna e All Stood Still.
Parou de tocar em 1987, se reuniu no período de 1992 a 1996 e voltou a ativa em 2008.
Um artigo mais detalhado foi escrito e publicado por Alex Doeppre (Quadrante Sul Comics) no suplemento A Era de Plástico 01, dentro do fanzine Sonoridades Múltiplas 03. É mesmo! Já falei a respeito bem aqui.
Integrantes: Midge Ure (vocal, guitarra e teclados), Chris Cross (vocal, baixo e sintetizadores), Warren Cann (vocal, bateria e percussão eletrônica) e Billy Currie (sintetizadores, teclados, violino e viola)
Ex-integrantes: John Foxx (vocal), Stevie Shears (guitarra), Robin Simon (vocal e guitarra), Mark Brzezicki (bateria), Tony Fenelle (vocal e guitarra), Gerry Laffy (guitarra), Neal Wilkinson (bateria), Jackie Williams (vocal), Sam Blue (vocal), Vinny Burns (guitarra), Tony Holmes (baixo) e Garry Williams (bateria)
Discografia: Ultravox! (1977), Ha!-Ha!-Ha! (1977), Systems of Romance (1978), Vienna (1980), Rage in Eden (1981), Quartet (1982), Lament (1984), U-Vox (1986), Revelation (1993), Ingenuity (1994) e Brill!ant (2012)
Mesmo tendo uma dupla principal em sua formação desde sua criação em 1979, o China Crisis contou com diversos músicos ao longo de sua carreira.
Surgiu em Kirkby (Merseyside- Inglaterra), ainda lança álbuns até hoje e seu principal hit é Wishful Thinking (1983), que também descobri em programas de flashbacks oitentistas.
Uma música que descobri este ano foi King in A Catholic Style (Wake Up).
Integrantes: Gary Daly (vocal e teclados) e Eddie Lundon (guitarra)
Ex-integrantes: Dave Rilley (bateria e percussão), Gazza Johnson (baixo guitarra), Kevin Wilkinson (bateria), Walter Becker (vocal, baixo e guitarra) e Brian McNeill (teclados)
Discografia: Difficult Shapes & Passive Rhythms, Some People Think It's Fun to Entertain (1982), Working With Fire and Steel - Possible Pop Songs Volume Two (1983), Flaunt the Imperfection (1985), What Price Paradise (1986), Diary of A Hollow Horse (1989), Warped by Success (1994) e Autumm in Neighbourhood (2015)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA) e A Era de Plástico Nº 1 (maio de 2014)
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
Prince & Billy
Notícias desagradáveis que aparecem em redes sociais, TV ou rádio anunciando o falecimento de alguém da música, gerando assunto em sites e blogs, incluindo este. Detesto isso! E olha que tenho muita coisa sobre diversas coletâneas de artistas que curto. É a vida...
Na 2ª quinzena de abril, mais 2 cantores partiram e vim falar sobre eles.
O 1º, Prince Rogers Nelson (simplesmente, Prince), era também um compositor e multi-instrumentista vindo de Minneapolis (Minnesota- EUA) que começou sua carreira em 1976.
Em 1979, formou uma banda com negros e brancos, inspirada no grupo Sly and The Family Stone.
Prince causava polêmica já de cara, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980, com diversas performances e muitas letras de teor sexual, mas também conquistou sucesso através de músicas como 1999 (que está no 1º volume da coletânea Video Hits) e Little Red Corvette.
Após a substituição de alguns membros, sua banda é batizada de The Revolution em 1984 e lança a música Purple Rain com o filme e disco homônimos no mesmo ano, incluindo os hits When Doves Cry e I Would Die 4 U. Lembro que já tive a fita K-7 de Purple Rain, que pertencia a um tio meu. Mas não fazia ideia de que uma de suas faixas (Darling Nikki), por conta de sua letra obscena, inspirou a criação de um estatuto de censura pra certos álbuns. E viriam com este selo:
O cantor teve fama de ser alguém difícil de se trabalhar, perfeccionista e muito protetor de suas canções.
Criou uma banda funk (The Family) em 1985 e pro 1º álbum da mesma, compôs a música Nothing Compares 2 U... que seria regravada 5 anos mais tarde por Sinead O'Connor.
Em 1987, Prince criou um grupo de jazz-funk instrumental chamado Madhouse.
Fez as músicas que entraram pra trilha do filme Batman (de Tim Burton, 1989).
Fez 2 apresentações no Rock in Rio, em 1991.
Após brigas com a Warner Music e dizer que estava sendo escravizado pelas gravadoras, em 1993, ele decidiu denominar-se artisticamente como símbolo que mesclava as representações de masculino e feminino. Passou a se chamar O Artista Antes Conhecido Como Prince ou O Artista.
Só voltou a utilizar seu nome em 2000.
Dentre suas músicas de maior sucesso, além de Purple Rain, Little Red Corvette e 1999, têm When Doves Cry, Kiss, Nothing Compares 2 U, Batdance, Partyman, Cream, Gett Off, Thieves in The Temple, Musicology e a regravação de Betcha By Golly, Wow, popular na versão do The Stylistics.
Madhouse- 8 (1987) e 16 (1987)
Prince and The New Power Generation- Diamonds and Pearls (1991), Love Symbol (1992), One Nite Alone... Live! (2002) e C-Note (2003)
Filmografia e videografia: Purple Rain (1984), Under the Cherry Moon (1986), Sign O' the Times (1987) e Graffiti Bridge (1990)
Faleceu dia 21 de abril, com 57 anos.
Paul Williams, o Billy Paul, começou sua carreia em 1959, nascido e criado na Filadélfia (Pensylvania-EUA).
Mas ficou notório no início dos anos 1970.
2 de suas canções causaram polêmica: Am I Black Enough (1973), que era proibida em diversas emissoras e virou um fracasso comercial; e When Love is New (1975).
Fora isso, fez sucesso com Thanks for Saving My Life, Me and Mrs. Jones, July July July July, Your Song (cover de Elton John) e Only the Strong Survive.
O cantor já veio ao Brasil, tocando em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Chegou até a gravar um dueto (Amanhã) com Sandra de Sá, música esta que ouvi primeiro numa rádio AM.
Após lançar seu último disco em 1988, Billy Paul declarou aposentadoria, mas passou a tocar em turnês por vários países.
Faleceu em 24 de abril, aos 81 anos.
Discografia: Feelin' Good At the Cadillac Club (1968), Ebony Woman (1970), Going Fast (1971), 360 Degrees of Billy Paul (1972), War of The Gods (1973), Live in Europe (1974), Got My Head On Straight (1975), When Love is New (1975), Let 'Em In (1976), Only the Strong Survive (1977), First Class (1979), Best of Billy Paul (1980), Lately (1985) e Wide Open (1988)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
Na 2ª quinzena de abril, mais 2 cantores partiram e vim falar sobre eles.
O 1º, Prince Rogers Nelson (simplesmente, Prince), era também um compositor e multi-instrumentista vindo de Minneapolis (Minnesota- EUA) que começou sua carreira em 1976.
Em 1979, formou uma banda com negros e brancos, inspirada no grupo Sly and The Family Stone.
Prince causava polêmica já de cara, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980, com diversas performances e muitas letras de teor sexual, mas também conquistou sucesso através de músicas como 1999 (que está no 1º volume da coletânea Video Hits) e Little Red Corvette.
Após a substituição de alguns membros, sua banda é batizada de The Revolution em 1984 e lança a música Purple Rain com o filme e disco homônimos no mesmo ano, incluindo os hits When Doves Cry e I Would Die 4 U. Lembro que já tive a fita K-7 de Purple Rain, que pertencia a um tio meu. Mas não fazia ideia de que uma de suas faixas (Darling Nikki), por conta de sua letra obscena, inspirou a criação de um estatuto de censura pra certos álbuns. E viriam com este selo:
O cantor teve fama de ser alguém difícil de se trabalhar, perfeccionista e muito protetor de suas canções.
Criou uma banda funk (The Family) em 1985 e pro 1º álbum da mesma, compôs a música Nothing Compares 2 U... que seria regravada 5 anos mais tarde por Sinead O'Connor.
Em 1987, Prince criou um grupo de jazz-funk instrumental chamado Madhouse.
Fez as músicas que entraram pra trilha do filme Batman (de Tim Burton, 1989).
Fez 2 apresentações no Rock in Rio, em 1991.
Após brigas com a Warner Music e dizer que estava sendo escravizado pelas gravadoras, em 1993, ele decidiu denominar-se artisticamente como símbolo que mesclava as representações de masculino e feminino. Passou a se chamar O Artista Antes Conhecido Como Prince ou O Artista.
Só voltou a utilizar seu nome em 2000.
Dentre suas músicas de maior sucesso, além de Purple Rain, Little Red Corvette e 1999, têm When Doves Cry, Kiss, Nothing Compares 2 U, Batdance, Partyman, Cream, Gett Off, Thieves in The Temple, Musicology e a regravação de Betcha By Golly, Wow, popular na versão do The Stylistics.
Discografias:
Carreira solo, Fase O Artista e Prince and The Revolution- For You (1978), Prince (1979), Dirty Mind (1980), Controversy (1981), 1999 (1982), Purple Rain (1984), Around the World in A Day (1985), Parade (1986), Sign O' the Times (1987), Lovesexy (1988), Batman (1989), Graffiti Bridge (1991), Come (1994), The Black Album (1994), The Gold Experience (1995), Chaos and Disorder (1996), Emancipation (1996), Crystal Ball/The Truth (1998), The Vault: Old Friends 4 Sale (1999), Rave Un2 the Joy Fantastic (1999), The Rainbow Children (2001), One Nite Alone (2002), Xpectation (2003), N.E.W.S. (2003), Musicology (2004), The Chocolate Invasion (2004), The Slaughterhouse (2004), 3121 (2006), Planet Earth (2007), Lotusflow3r/MPLSound (2009), 20Ten (2010) Plectrumelectrum (2014), Art Oficial Age (2014), HITnRUN Phase One (2015) e HITnRUN Phase Two (2015)Madhouse- 8 (1987) e 16 (1987)
Prince and The New Power Generation- Diamonds and Pearls (1991), Love Symbol (1992), One Nite Alone... Live! (2002) e C-Note (2003)
Filmografia e videografia: Purple Rain (1984), Under the Cherry Moon (1986), Sign O' the Times (1987) e Graffiti Bridge (1990)
Faleceu dia 21 de abril, com 57 anos.
Paul Williams, o Billy Paul, começou sua carreia em 1959, nascido e criado na Filadélfia (Pensylvania-EUA).
Mas ficou notório no início dos anos 1970.
2 de suas canções causaram polêmica: Am I Black Enough (1973), que era proibida em diversas emissoras e virou um fracasso comercial; e When Love is New (1975).
Fora isso, fez sucesso com Thanks for Saving My Life, Me and Mrs. Jones, July July July July, Your Song (cover de Elton John) e Only the Strong Survive.
O cantor já veio ao Brasil, tocando em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Chegou até a gravar um dueto (Amanhã) com Sandra de Sá, música esta que ouvi primeiro numa rádio AM.
Após lançar seu último disco em 1988, Billy Paul declarou aposentadoria, mas passou a tocar em turnês por vários países.
Faleceu em 24 de abril, aos 81 anos.
Discografia: Feelin' Good At the Cadillac Club (1968), Ebony Woman (1970), Going Fast (1971), 360 Degrees of Billy Paul (1972), War of The Gods (1973), Live in Europe (1974), Got My Head On Straight (1975), When Love is New (1975), Let 'Em In (1976), Only the Strong Survive (1977), First Class (1979), Best of Billy Paul (1980), Lately (1985) e Wide Open (1988)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
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domingo, 24 de abril de 2016
Loucura
Banda originária de Camden Town (Inglaterra), Madness foi criada com o nome de The North London Invaders em 1976. No início e antes da troca de nome, tinham alguns skinheads entre seus fãs.
A música que mais me chamou atenção e talvez a mais conhecida é Our House (1982), que escutei bastante no programa Boys Don't Cry da extinta Pop Rock FM. A versão estendida dela foi utilizada num slideshow de um churrasco realizado pelo grupo (agora selo) Quadrante Sul, montado por Alex "Autobahn" Doeppre, em 2010.
Outra canção que vale uma conferida é a descontraída It Must Be Love (1981).
Chegou a parar em 1986 e voltou a ativa em 1992.
Integrantes: Graham "Suggs" McPherson (vocal), Chris "Chrissy Boy" Foreman (guitarra), Mike "Monsieur Barso" Barson (teclados, piano, vibrafone e backing vocals), Lee "Kix" Thompson (saxofone, percussão e backing vocals), Daniel "Woody" Woodgate (bateria e percussão) e Mark Bedford (baixo guitarra)
Ex-integrantes: John Hasler (bateria e vocal), Dikron Tulane (vocal), Gavin Rogers (baixo guitarra), Garry Dovey (bateria), Terry Disley (teclados), Graham Bush (baixo guitarra), Norman Watt-Roy (baixo guitarra), Steve Nieve (teclados e sintetizadores), Paul Carrack (teclados e vocal), Seamus Beaghan (teclados e órgão), James Mackie (teclados), Kevin Burdette (guitarra) e Cathal "Chas Smash" Smyth (trompete, backing vocals, gaita, guitarra acústica e baixo guitarra)
Discografia: One Step Beyond (1979), Absolutely (1980), 7 (1981), The Rise & Fall (1982), Keep Moving (1984), Mad Not Mad (1985), The Madness (1988), Wonderful (1999), The Dangermen Sessions Vol. 1 (2005), The Liberty of Norton Folgate (2009) e Oui Oui Si Si Ja Ja Da Da (2012)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
A música que mais me chamou atenção e talvez a mais conhecida é Our House (1982), que escutei bastante no programa Boys Don't Cry da extinta Pop Rock FM. A versão estendida dela foi utilizada num slideshow de um churrasco realizado pelo grupo (agora selo) Quadrante Sul, montado por Alex "Autobahn" Doeppre, em 2010.
Outra canção que vale uma conferida é a descontraída It Must Be Love (1981).
Chegou a parar em 1986 e voltou a ativa em 1992.
Integrantes: Graham "Suggs" McPherson (vocal), Chris "Chrissy Boy" Foreman (guitarra), Mike "Monsieur Barso" Barson (teclados, piano, vibrafone e backing vocals), Lee "Kix" Thompson (saxofone, percussão e backing vocals), Daniel "Woody" Woodgate (bateria e percussão) e Mark Bedford (baixo guitarra)
Ex-integrantes: John Hasler (bateria e vocal), Dikron Tulane (vocal), Gavin Rogers (baixo guitarra), Garry Dovey (bateria), Terry Disley (teclados), Graham Bush (baixo guitarra), Norman Watt-Roy (baixo guitarra), Steve Nieve (teclados e sintetizadores), Paul Carrack (teclados e vocal), Seamus Beaghan (teclados e órgão), James Mackie (teclados), Kevin Burdette (guitarra) e Cathal "Chas Smash" Smyth (trompete, backing vocals, gaita, guitarra acústica e baixo guitarra)
Discografia: One Step Beyond (1979), Absolutely (1980), 7 (1981), The Rise & Fall (1982), Keep Moving (1984), Mad Not Mad (1985), The Madness (1988), Wonderful (1999), The Dangermen Sessions Vol. 1 (2005), The Liberty of Norton Folgate (2009) e Oui Oui Si Si Ja Ja Da Da (2012)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Righeira e Talk Talk
Eu pretendia falar sobre uma só banda "one hit" após ler há poucos dias, um artigo interessante do site Music Non Stop. Mas lembrei de outra e pensei em intitular este artigo como Italianos Que Cantam em Espanhol e Os Faladores.
Não... Deixa assim!
Começando com uma dupla de Turim (Itália), que se juntou em 1981 e que ficou notória (2 anos depois) na Europa com Vamos a La Playa. Esta música, apesar de descontraída e dançante, critica testes nucleares debaixo d'água e a poluição das praias. É (ou era) bastante tocada em rádios da Espanha. Também conheço uma adaptação brasileira dela que escutei na antiga Capital AM, mas não me lembro quem cantou e é difícil de se achar informações.
Em 1983, lançaram No Tengo Dinero, que retrata bem o sentimento de quem gostaria de ir a certos lugares, mas não tem verba. Oh, dor... Esta só conheci bem depois de adulto, assim como seu recém mencionado single de lançamento.
Terminou em 1992 e só se reuniu em 1999.
Integrantes: Stefano "Michael" Rota (vocal) e Stefano "Johnson" Righi (vocal)
Discografia: Righeira (1983), Bambini Forever (1985), Uno, Zero, Centomila (1992) e Mondovisione (2002)
Talk Talk era uma banda britânica que também se formou em 1981 e chegou a ser comparada ao Duran Duran. Por que "era"? Já vou explicar.
Seu maior sucesso (aparentemente) foi It's My Life (1984) de seu disco homônimo e que chegou a ser regravado pelo No Doubt. Podem procurar e conferir o clipe desta música e a de Life's What You Make It (1986) pra ver se não parecem saídos do National Geographic ou de qualquer outro documentário sobre a natureza.
Outra música que fiquei sabendo naquele artigo que mencionei lá em cima é Happiness is Easy, do mesmo ano e álbum que Life's What You Make It. Esta última tem acordes que se assemelham a canções do desenho do Charlie Brown (e Snoopy).
Talk Talk terminou em 1992, mas ao contrário do Righeira, não voltou a tocar.
Integrantes: Mike Hollis (vocal), Lee Harris (baixo) e Paul Webb (baixo e bateria)
Ex-integrantes: Simon Brenner (teclados) e Tim Friese-Greene (produtor)
Discografia: The Party's Over (1982), It's My Life (1984), The Color of Spring (1986), Spirit of Eden (1988) e Laughing Stock (1991)
Fontes: Wikipedia (Brasil, EUA e Itália)
Não... Deixa assim!
Começando com uma dupla de Turim (Itália), que se juntou em 1981 e que ficou notória (2 anos depois) na Europa com Vamos a La Playa. Esta música, apesar de descontraída e dançante, critica testes nucleares debaixo d'água e a poluição das praias. É (ou era) bastante tocada em rádios da Espanha. Também conheço uma adaptação brasileira dela que escutei na antiga Capital AM, mas não me lembro quem cantou e é difícil de se achar informações.
Em 1983, lançaram No Tengo Dinero, que retrata bem o sentimento de quem gostaria de ir a certos lugares, mas não tem verba. Oh, dor... Esta só conheci bem depois de adulto, assim como seu recém mencionado single de lançamento.
Terminou em 1992 e só se reuniu em 1999.
Integrantes: Stefano "Michael" Rota (vocal) e Stefano "Johnson" Righi (vocal)
Discografia: Righeira (1983), Bambini Forever (1985), Uno, Zero, Centomila (1992) e Mondovisione (2002)
Talk Talk era uma banda britânica que também se formou em 1981 e chegou a ser comparada ao Duran Duran. Por que "era"? Já vou explicar.
Seu maior sucesso (aparentemente) foi It's My Life (1984) de seu disco homônimo e que chegou a ser regravado pelo No Doubt. Podem procurar e conferir o clipe desta música e a de Life's What You Make It (1986) pra ver se não parecem saídos do National Geographic ou de qualquer outro documentário sobre a natureza.
Outra música que fiquei sabendo naquele artigo que mencionei lá em cima é Happiness is Easy, do mesmo ano e álbum que Life's What You Make It. Esta última tem acordes que se assemelham a canções do desenho do Charlie Brown (e Snoopy).
Talk Talk terminou em 1992, mas ao contrário do Righeira, não voltou a tocar.
Integrantes: Mike Hollis (vocal), Lee Harris (baixo) e Paul Webb (baixo e bateria)
Ex-integrantes: Simon Brenner (teclados) e Tim Friese-Greene (produtor)
Discografia: The Party's Over (1982), It's My Life (1984), The Color of Spring (1986), Spirit of Eden (1988) e Laughing Stock (1991)
Fontes: Wikipedia (Brasil, EUA e Itália)
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