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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Linkin Park

Banda americana de Agoura Hills (Califórnia), formou-se em 1996 com o nome de Xero. Mudou de nome pra Hybrid Theory, que chegou a ser o mesmo de seu 1º álbum. Mas adotaram de vez Linkin Park, como forma de homenagear o Lincoln Park de Santa Mônica (também na Califórnia).
Obtiveram muito sucesso com as músicas In the End, Crawling, Numb, Points of Authority, Faint, Breaking the Habit, Somewhere I Belong, Bleed It Out e What I've Done (da trilha de Transformers, 2007), entre outras.
Já fizeram parceria com diversos artistas, como o rapper Jay-Z na música Numb/Encore.
O canal Nostalgia já falou sobre o Linkin Park:

O vocalista Chester Bennington suicidou-se por enforcamento em Palos Verdes Estates (Califórnia), dia 20 de julho. Tinha um histórico de drogas, álcool e depressão.
Com sua morte, a banda cancelou sua turnê recente pelos Estados Unidos.

Integrantes: Mike Shinoda (vocal, guitarra rítmica, teclados e sintetizadores), Rob Bourdon (bateria e percussão), Brad Delson (guitarra e vocais de apoio, vulgo backing vocals), Dave "Phoenix" Farrell (baixo e vocais de apoio) e Joseph "Joe" Hahn (DJ, fonógrafo, sampler e programador)

Ex-integrantes: Chester Charles Bennington (falecido- vocal), Mark Wakefield (vocal) e Kyle Christner (baixo)

Discografia: Hybrid Theory (2000), Meteora (2003), Minutes to Midnight (2007), A Thousand Suns (2010), Living Things (2012), The Hunting Party (2014) e One More Light (2017)

Curiosidades: A capa do álbum de remixes Reanimation (2002) tem o desenho de um mecha (robô gigante).
O clipe da versão remix de Pts.OF.Athrty (Points of Authority), que mostra em computação gráfica uma batalha entre robôs e aliens, foi inspirado pelo filme Final Fantasy (2001) e passava no extinto Clipmania (Band), que nem o de In the End.
O clipe de Breaking the Habit foi animado pelo estúdio japonês Gonzo (Desert Punk, Gantz, Afro Samurai).
Aparecem estatuetas (ou garage kits) de mechas das séries Gundam no clipe de Somewhere I Belong.
Todos estes clipes foram dirigidos por Joe Hahn (vulgo Mr. Hahn) e também passaram na antiga MTV Brasil.
Mike Shinoda compôs com o arranjador/produtor/compositor Joseph Trapanese a trilha incidental (pro mercado americano) do filme Operação Invasão (The Raid: Redemption, 2011).
Chester Bennington participou de filmes como Adrenalina (2006), Adrenalina 2: Alta Voltagem (2009) e Jogos Mortais: O Final (2010).

Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA) e Rollingstone.uol.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2015

Rádios Vêm e Vão

Não costumo debater sobre notícias por aqui, mas...

11/05/15: Estava na casa de uma tia e... fuçando no meu celular pra espiar no Facebook, vi umas reclamações de um amigo. Fiquei um tanto surpreso quando se espalhou links com a notícia de que a rádio porto-alegrense (criada em 1983) Ipanema FM iria fechar. Espia só:
http://www.sul21.com.br/jornal/grupo-bandeirantes-decreta-o-fim-da-radio-ipanema/
Pois é...

Em meio a xingamentos, lamentações, protestos, conformismos... não vou ficar choramingando ou repetindo que a estação foi vítima de tomadas comerciais ou que já estava "em coma, respirando por aparelhos".
Escutei bastante a Ipanema, tanto quando trabalhava num escritório quanto em casa. Gostava de ouvir o Cena de Cinema (do Renato Martins), o Dinâmico, o Hot Club do Mutuca, o Atari Hits (que virou Ping Pong)... os radialistas (muitos que foram saindo) Mary Mezzari, Mutuca, Pancho, Tiozinho, Alemão Vitor Hugo, Kátia Suman, Cláudio Cunha, Piá, Cagê...

Quando adolescente, raramente eu escutava. Achava que era uma rádio pra drogados. Não sei porque. Era um lesado desinformado e sem noção, mesmo!
Lembro de um programa de nome curioso (Músicas Tranquilas para Pessoas Nervosas) que era apresentado (se não me engano) pela Kátia.
Devia ser na mesmo emissora, o Ô de Casa, que chegou a entrevistar o jornalista Ticiano Osório... que escrevia bastante sobre hq's, na Zero Hora.

Eu que não perdi tempo, digitando/condenando sobre o fim da emissora. O mesmo aconteceu com a MTV Brasil, que virou uma TV a cabo. E a extinta Pop Rock (ex-Felusp), então... que já era bastante comercial e eu tinha parado de escutar... meses depois, fiquei (um tanto surpreso e) sabendo que (em 2013), virou a Mix FM RS.

Como a Ipanema FM agora é uma web rádio, a única que deve ainda ter "aquele jeitão alternativo", é a Unisinos FM, que também curto, mesmo não sendo um ouvinte assíduo.

Assim como a televisão, rádio não foi eclipsado totalmente pela internet, por ser um meio de comunicação bastante popular, no bom ou mau sentido. Mas, até quando?

E no mais, pra que perder mais tempo mandando os diretores da Rede Bandeirantes irem sentar na mandioca ou enfiar pepino por onde sai o cocô?!
Troquem de estação, ouçam cd's, vinis, fitas ou carreguem um pen drive com sua própria seleção, pô! 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Trilha Sonora de Um Filme- 9

Dispensa apresentações, pra quem já assistiu ou soube da existência deste filme (anime) movimentado... baseado na série de mangás de Katsuhiro Otomo, com mais de 2 horas, que aportou nos cinemas brasileiros em 1989 e já exibido nas noites de sábado (tri tarde...) da Band.

Este álbum contém todas as músicas climáticas, com jeitão tribal, orquestral (mesmo pra um filme futurista), conduzidas por Geinoh Yamashirogumi e é a edição internacional.

Faixas: 1.Kaneda/ 2.Battle Against Clown/ 3.Winds Over Neo Tokyo/ 4.Tetsuo/ 5.Dolls Polyphony/ 6.Shohmyoh/ 7.Mutation/ 8.Exodus from The Underground Fortress/ 9.Illusion/ 10.Requiem

Gravadora(s): Victor Music Industries (1990)

Fontes: Wikipédia (EUA) e Imdb

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Entrando de Cara nos Anos 80, por JSouza

O professor Denilson Reis comentou sobre o meu último post, que eu havia esquecido as bandas de heavy metal. Na verdade, foi o Brasil que esqueceu (ou nunca ouviu falar).
As primeiras bandas de rock pesado começaram a chegar ao Brasil aí por 1982.
Chegar significa ser comentada em revistas e raros programas de rádio e TV.

Eu estava entrando no segundo grau e era uma mistura de nerd com marginal.
Na verdade, eu já era punk, mas nem sabia. Acho que minhas primeiras informações chegaram nas revistas de cifras, falando sobre o rock terror: Uriah Heep, Black Sabbath e congêneres. Fiquei encantado com a figura de Ozzy Osbourne, o comedor de morcegos.
Depois, meu colega Ênio Rock'n Roll apresentou- me para a banda AC/DC. Também adorei aquela figura de calças curtas chamado Angus Young. E eis que um outro colega, vindo da Inglaterra, apresentou- me a banda definitiva: Queen! Em pouco tempo eu já tinha toda a coleção de LPs e sabia todas as letras.
Mas, como um bom mosqueteiro, me juntei a mais dois: Fernando Ferrarese e Renato Martins. Sim, o Renato Martins (apresentador do programa Cena de Cinema, da Ipanema FM) da (rede de TV e emissoras de rádio) Band. Então, pegamos um baixo de três cordas, um violão, uma batera e formamos o Beatles Cover!
Tudo estava bem, até meu primo me mostrar dois discos fundamentais: Radio-Activity (Kraftwerk) e Mad Max III Soundtrack. Aí, eu pirei de vez.

Então encontrei outra figura: suíças raspadas no estilo Arnaldo Antunes, bermudão, camisetas verde limão ou amarelo cheguei. Nas mãos, uma obra de arte: o LP New Wave Mamão com Açúcar. Era 1986: hora de chutar o pau da barraca!

Mais uma colaboração de Jerônimo de Souza (Valeu!)

Edição, informações adicionais entre parênteses e foto: ANDF