Não vou relatar o que causou tal atraso. Nada de choradeira por aqui! Certo? Só sei que um amigo meu (que adora demais o 3º grupo deste artigo) vai gostar.
Vamos nós!
Diretamente de El Cerrito (Califórnia- EUA), Creedence Clearwater Revival surgiu em 1959 sob os nomes de The Blue Velvets e The Golliwogs. Só mudou de nome pra Creedence em 1967.
Até 1972 (quando terminou), conquistou sucesso com músicas do porte de Have You Ever Seen the Rain?, Proud Mary (regravada por Tina Tuner), Born On the Bayou, Fortunate Son, Molina, Suzie Q, Long As I Can See the Light, Hey Tonight, Who'll Stop the Rain, Bad Moon Rising, I Heared Through the Grapevine.
Com o término da banda, o vocalista John Fogerty seguiu carreira solo. Seu irmão Tom faleceu em 1990.
Em 1993, Creedence foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame.
Os demais integrantes reuniram-se pra formar o Creedence Clearwater Revisited em 1995 e passaram a excursionar com diversos músicos, tocando seus antigos hits.
Integrantes: John Fogerty (vocal e guitarra), Tom Fogerty (irmão falecido de John- guitarra rítmica), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria)
Discografia: Creedence Clearwater Revival (1968), Bayou Country (1969), Green River (1969), Willy and the Poor Boys (1969), Cosmo Factory (1970), Pendulum (1970) e Mardi Gras (1972)
Curiosidades: A 1ª vez que escutei Bad Moon Rising foi num filme que passava na extinta TV2 Guaíba, sobre um veterano da Guerra do Vietnã que volta transtornado e tentando se acertar com seu filho. Não me lembro do título nacional. Só achei pelo nome original (Distant Thunder, 1988). Me lembrava que tem o Ralph Macchio (que fez o filho do ex-soldado), um ano antes de interpretar (pela "última vez") o famigerado (e choramingão) Daniel LaRusso em Karatê Kid III.
Mais tarde, escutei a mesma música em Blade- O Caçador de Vampiros (1998) e pode-se ler trechos dela numa parte do livro O Iluminado (de Stephen King).
Fortunate Son foi incluída na trilha de Duro de Matar 4.0 (2007).
The Who é um grupo britânico que surgiu em Londres e em 1967. Já foi também conhecido pelos nomes de The Detours e The High Numbers.
My Generation, Won't Get Fooled Again, I Can See for Miles, Who Are You, Pinball Wizard (regravada por Elton John), Baba O'Reily, Behind Blue Eyes (regravada pelo Limp Bizkit), Magic Bus, etc.
Além de suas músicas altamente sonoras, a banda ficou famosa pela destruição dos próprios instrumentos. Imagina as despesas...
O vocalista Roger Daltrey também iniciou sua carreira solo em 1973 e a de ator em 1975, com o filme Tommy (homônimo do 4º disco da banda). Acredito que seu maior hit seja Without Your Love, do álbum McVicar (1980) e que escutei muito na Antena 1.
Ele também participou de séries como Crossbow (que passou na extinta Rede Manchete), Contos da Cripta, Highlander, Sliders, Lois & Clark...
E dentre os filmes ele participou, tem um pra TV baseado na Vampirella (1996).
Seu baterista original (e principal responsável por estragos após cada show), Keith Moon, faleceu em 1975 por overdose de medicamentos.
The Who seguiu até parar em 1982. Reuniu-se em 1989 e retornou de vez, em 1996.
Integrantes: Roger Daltrey (vocal, guitarra, harmônica e percussão) e Pete Towshend (vocal, guitarra e teclados)
Ex-integrantes: John Entwistle (vocais, baixo guitarra, trompas e teclados), Doug Sandon (bateria), Keith Moon (falecido- vocais e bateria) e Kenney Jones (bateria)
Discografia: My Generation (1965), A Quick One (1966), The Who Sell Out (1967), Tommy (1969), Who's Next (1971), Quadrophenia (1973), The Who by Numbers (1975), Who Are You (1978), Face Dances (1981), It's Hard (1982) e Endless Wire (2006)
Curiosidades: Magic Bus consta na trilha do filme Bater ou Correr em Londres (2003).
Who Are You virou música-tema do seriado CSI (2000-2015).
Won't Get Fooled Again é música-tema de CSI: Miami (2002-2012).
Baba O'Reily foi utilizada no trailer de Vida de Inseto (1999), num anúncio da rádio Unisinos FM e virou música-tema de CSI: Nova York (2004-2013).
A versão regravada de Behind Blue Eyes faz parte da trilha do suspense Na Companhia do Medo (2003).
Pink Floyd surgiu no Reino Unido, em 1965. Mas 1 ano antes de ter este nome que o levou à fama, inspirado nos músicos de blues Pink Anderson e Floyd Council, tinha outras denominações.
Com seu som progressivo e psicodélico, marcou e conquistou muita gente.
Tem inúmeros hits: Another Brick in The Wall (Partes I, II e III), Confortably Numb, Arnold Layne, Mother, Wish You Were Here, Time, Not Now John, Take It Back...
Um de seus principais integrantes, Syd Barrett, foi afastado em 1968 por consequência do consumo de drogas e pelo stress que piorou a saúde mental do mesmo. Ele, que foi substituído (naquela época) por David Gilmour, partiu em 2006.
Outro membro, Richard Wright, faleceu em 2008.
A banda se separou em 1995, reuniu-se de forma não-oficial em 2005, voltou a tocar em 2012 e terminou em 2014.
Integrantes: Roger Waters (co-vocalista, guitarra baixo, guitarra rítmica e sintetizadores), David Gilmour (co-vocalista, guitarra, guitarra rítmica, guitarra baixo, sintetizadores e teclados), Richard Wright (falecido- co-vocalista, sintetizadores, guitarra rítmica, piano e teclados) e Nick Mason (bateria, percussão, teclados e piano)
Ex-integrante: Syd Barrett (falecido- vocal, guitarra e guitarra rítmica)
Discografia: The Piper At the Gates of Dawn (1967), A Saucerful of Secrets (1968), More (1969), Ummagumma (1969), Atom Heart Mother (1970), Meddie (1971), Obscured by Clouds (1972), The Dark Side of The Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977), The Wall (1979), The Final Cut (1983), A Momentary Lapse of Reason (1987), The Division Bell (1994) e The Endless River (2014)
Curiosidades: Como mencionei anteriormente, o mangá/anime Soul Eater apresentou um personagem chamado Sid Barrett. Mas não havia contado que, segundo o texto da 1ª edição brasileira do mangá, o autor Atsushi Okubo (que curte rock) se inspirou no finado ex-Pink Floyd pra criar e batizar um professor zumbi.
O disco The Wall inspirou um filme lançado em 1982, dirigido por Alan Parker, que misturou desenho animado, crítica política, terror e psicodelismo.
Existe há anos, uma lenda que já escutei e li a respeito, sobre uma sincronia entre o álbum Dark Side of The Moon e o filme O Mágico de Oz (1939).
Do mesmo disco, os acordes da música Time (aqueles batimentos do início) foram incluídos na edição americana de O Dragão Chinês (The Big Boss, 1971), o filme que deixou Bruce Lee internacionalmente famoso, que já assisti na Tela Quente... e também já escutei numa velha propaganda do Porto Alegre Clínicas, que passava na TV Pampa.
E já falei sobre o penúltimo álbum da banda, aqui.
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA), Soul Eater 01 (Editora JBC, 2012)
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Mês Especial do Rock 33- Creedence, The Who e Pink Floyd... Com Atraso. Agora, Já Era!!
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Redescobrindo uma Música
Foi em 1997 (se não me engano), que escutei pela 1° vez, uma fita com músicas gravadas por "não sei quem foi". A seleção contava com The Cure, Van Halen, Pink Floyd e New Order.
Aliás, uma faixa em particular me cativou: a última de um dos lados, que vinha após a "assombrosa" e totalmente instrumental Elegia. Justamente, do New Order, como descobri bem mais tarde e achei que fossem do mesmo disco.
Só que Elegia saiu em Low-Life (1985), enquanto a seguinte, cujo título é As It is When It Was foi lançada em Brotherhood (1986).
Após este relato, ouçam:
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Vídeo de Aniversário
Aqui vai mais um vídeo montado por eu mesmo, a pedido do "Pink Floydmaníaco" Denilson Reis, que forneceu as fotos, gravações e a trilha. É do aniver da Fernanda (filha dele), que completou 11 anos na semana passada.
Ao som do Red Hot:
Parabéns pra ela! XD
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sexta-feira, 16 de março de 2012
Homem-Parede

Um amigo meu vai assistir ao show (em Porto Alegre) The Wall Live do cantor, compositor e ex-vocalista do Pink Floyd, Roger Waters.
Então, resolvi fazer um desenho pra ele.
Inicialmente, baixei aquela foto lá de cima e imprimi em preto e branco. Depois, fiz uma tela quadriculada numa folha.
Imaginem a trabalheira, com a régua...
Até que não demorei muito. Soltei a mão, pretendendo criar algo surrealista e simplificado. Por pouco, não ficou parecido com artes de desenhistas, como Hugo Pratt (Corto Maltese) ou Ivo Milazzo (Ken Parker).
Taí... algo que lembrasse o disco The Wall, mas... com a escuridão do Dark Side of The Moon (nada a ver com Transformers).
terça-feira, 13 de março de 2012
Novo Artigo, por JSouza
Lembram quando Porto Alegre era o último lugar das bandas, quando só havia o Gigantinho para elas tocarem e raramente vinha um The Cure ou Echo & The Bunnymen (acima) ou The Ramones?
Os anos passaram e surgiram o Opinião, o Bourbon, o Pepsi on Stage (eca!) e o longínquo Teatro do SESI. As bandas pipocaram e começaram a tocar primeiro em Porto Alegre...
Aí, vieram os Duran Duran, nós compramos os ingressos e eles desistiram de Porto Alegre. Segue-se a maratona para conseguir a devolução do dinheiro e a depressão total.
Agora: voltamos da praia e vimos os cartazes do Sisters of Mercy, fomos comprar os bilhetes e, novamente, a decepção: Sisters não vem para Porto Alegre. Apenas Sampa e Rio.

Como se não bastasse, p&##@ (!)... o senhor Morrissey vai para Sampa, Rio e BH fazer uma série de shows memoráveis com direito a ofensas a monarquia inglesa e muito mais.
Dirá o professor Denilson: “Mas não faz mal. Roger Waters vem pra Porto desde que você pague a bagatela de R$ 240, 00 (coisa que eu nunca faria, obviamente... )”.
Dirá o professor Denilson: “Mas não faz mal. Roger Waters vem pra Porto desde que você pague a bagatela de R$ 240, 00 (coisa que eu nunca faria, obviamente... )”.
Enfim, Porto Alegre “morreu” e as nossas alternativas são ouvir CDs ou pegar 14.000 pontos do cartão fidelidade e ir ver os shows em Sampa, Rio ou, até mesmo, Belo Horizonte.
Eu, sinceramente, prefiro comprar mais CDs e viajar para o Nordeste, rezando para que as produtoras gaúchas voltem aos bons tempos e tragam pelo menos uma banda por ano.O teatro do Bourbon Country, apesar de ser na Zona Norte, é um local excelente para shows, com um belo mezanino e cadeiras muito confortáveis, além de espaço para dançar.
É certo que uma banda alternativa, como Erasure, Laibach ou Lacrimosa não teria como se apresentar no Gigantinho por não ter público suficiente com poder aquisitivo.
Esta crônica marca o retorno de Jerônimo de Souza (JSouza), um "punk new wave". Bem-vindo de volta, "véio"!
Edição e fotos especialmente selecionadas por Flash ANDF.
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