Mesmo com o nome Vá Com Deus em espanhol, esta banda foi criada em Brussels (Bélgica) e em 1986. Talvez a música de maior sucesso (ao menos no Brasil, na MTV europeia e pra muita gente) seja a tristonha (a meu ver e ouvir) What's A Woman (que saiu em 1990, no álbum Night Owls), a qual cheguei a escutar muito e até mesmo na Continental FM. Ela foi incluída na trilha internacional da novela O Dono do Mundo (1991) e na do filme sueco Vingar av glas (Wings of Glass, 2000).
Nah Neh Nah (do mesmo disco que What's A Woman) teve uma versão remix denominada Hey (Nah Neh Nah) que foi lançada pela dupla alemã de DJ's Milk & Sugar (em 2010), mas conheci quando foi usada como cortina pra leitura de comentários do Podcast MdM.
O grupo encerrou atividades em 1996, sendo que desde 1991 virou uma "banda de uma mulher só" cuja responsável foi Danielle "Dani Klein" Schovaerts. Ela parou por conta de fadiga pelo excesso de trabalho.
Mas retomou sua carreira em 2004 até encerrar de vez... 10 anos depois.
Integrantes: Dani Klein (vocal, co-produtora e compositora)
Ex-integrantes: Dirk Schoufs (falecido em 1991- bateria), William "Willy Willy" Lombregt (guitarra), Jean-Michel Gielen (guitarra) e Sal La Rocca
Discografia: Vaya Con Dios (1988), Night Owls (1990), Time Flies (1992), Roots and Wings (1995), The Promise (2004) e Comme on est vennu (2009)
No dia 9 de dezembro, faleceu com 61 anos, Marie Fredriksson (a vocalista do Roxette). Em 2003, ela fez uma cirurgia pra retirar um tumor malígno do cérebro. Após a operação, teve sequelas graves como perda de visão do olho direito, mobilidade afetada, perda da capacidade de contar e de ler. Mas ela superou com rádio e quimioterapia, podendo voltar a fazer shows. Mas pelo visto e infelizmente, o tumor voltou anos depois e a forçou a se afastar pra realizar um novo tratamento.
Quando soube do falecimento da cantora, fiquei triste.
Já falei sobre 2 coletâneas do Roxette, aqui.
Mas, caso me perguntem o motivo de escolher um título melancólico além de uma notícia tão triste pra esta postagem e logo num fim de ano, a resposta é... não, gente! Não vou me mudar de cidade, estado ou país. Nem mesmo tirar minha vida, apesar das dificuldades financeiras. É que decidi parar com as atividades (ultimamente truncadas) deste blog. Mas nem tudo é tristeza, minha gente!! Isso porque continuarei a postar (na medida do possível) sobre música e similares no meu 1º e mais antigo blog: o VISÃO ANDF! ONDE MAIS?!
Desculpem se assustei! FORTES ABRAÇOS!!
sábado, 14 de dezembro de 2019
Vá em Paz
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Vídeos pro 14º Mutação
O evento realizado numa tarde nublada e garoenta de domingo, aconteceu dia 10/11, durante a 65ª Feira do Livro de Porto Alegre. E como habitual, criei e levei os vídeos de apresentação.
Confiram ou reassistam...
Aniversariantes dos Quadrinhos 2019
Aniversariantes dos Quadrinhos 2019
Este fiquei muito contente em fazer e por ter incluído uma música que curto bastante.
Uma pena que uma outra não coube e terá de ficar pra uma próxima.
Réquiem HQ 2019
Neste tributo póstumo, ainda ficou faltando muita gente. Acontece! Optei por usar tal música de Simon & Garfunkel pra fugir da mesmice, ainda mais porque a outra que quase escolhi virou até meme.
Por enquanto, era isso!
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domingo, 3 de novembro de 2019
Um Álbum Que Escutei, Mas Que Nunca Tive
Quando criança, vi de relance o anúncio de um disco mostrando trechos das mais famosas músicas e seus intérpretes pra quem conhece e curte reggae. É claro que o maior nome do estilo musical jamaicano ficou de fora desta coletânea montada por uma gravadora brasileira. Mas nunca tinha reparado que nela, foram selecionadas 2 músicas de cada cantor e banda.
Uma vizinha na época tinha um exemplar, mas não sabia se era em disco ou fita. Achoo que era a 2ª opção se minha memória não me traiu. Talvez nunca saberei a resposta, mas... quem sabe?!
Redescobri ela por acaso no YouTube, graças aos canais RB e Baú Musical (aquele do vinil girando! Hehe!).
Eis a lista destes clássicos, como se fosse em vinil ou fita K-7:
Lado A
1.Reggae Night- Jimmy Cliff
2.I Don't Wanna Dance- Eddy Grant
3.Israelites- Desmond Dekker
4.I Can See Clearly Now- Johnny Nash
5.Never My Love (cover do The Association) - Sugar Minott
6.Now That We Found Love- Third World
7.Don't Look Back- Peter Tosh (com Mick Jagger)
Lado B
1.Johnny B. Goode- Peter Tosh
2.Vietnam- Jimmy Cliff
3.Electric Avenue- Eddy Grant
4.Stir It Up (cover do Bob Marley)- Johnny Nash
5.You Can Get It If You Really Want- Desmond Dekker
6.It's The Same Old Song (cover do Four Tops)- Third World
7.Walk On By (cover de Dionne Warwick)- Sugar Minott
Gravadora(s): Prisão de Ven... (hahaha! Desculpem!!)... digo, Som Livre (1990)
Curiosidades: Já falei sobre Eddy Grant no 1º vídeo daquela minha tentativa de "MTV caseira" chamada Rota Sonora TV e pausada por tempo indeterminado.
A 2ª música desta seleção também foi incluída bem antes, no 1º volume da coleção Video Hits.
Também já falei sobre Jimmy Cliff, além de uma coletânea dele bem aqui. A faixa 4 do Lado A e a 5 do Lado B foram regravadas por ele.
A 3ª do Lado A, meio que redescobri numa dessas mega coletâneas setentistas e eu achava que fosse uma mulher cantando.
Não me lembrava do grupo Third World, mas até que gostei.
A última música (outra regravação, lógico!) foi a que mais me marcou e fiquei sem achá-la ou sem nem mesmo saber quem cantava... por muito tempo.
Mas... por falar na tal propaganda, também achei ela por acaso. Confiram ou relembrem (apesar da baixa qualidade):
Uma vizinha na época tinha um exemplar, mas não sabia se era em disco ou fita. Achoo que era a 2ª opção se minha memória não me traiu. Talvez nunca saberei a resposta, mas... quem sabe?!
Redescobri ela por acaso no YouTube, graças aos canais RB e Baú Musical (aquele do vinil girando! Hehe!).
Eis a lista destes clássicos, como se fosse em vinil ou fita K-7:
Lado A
1.Reggae Night- Jimmy Cliff
2.I Don't Wanna Dance- Eddy Grant
3.Israelites- Desmond Dekker
4.I Can See Clearly Now- Johnny Nash
5.Never My Love (cover do The Association) - Sugar Minott
6.Now That We Found Love- Third World
7.Don't Look Back- Peter Tosh (com Mick Jagger)
Lado B
1.Johnny B. Goode- Peter Tosh
2.Vietnam- Jimmy Cliff
3.Electric Avenue- Eddy Grant
4.Stir It Up (cover do Bob Marley)- Johnny Nash
5.You Can Get It If You Really Want- Desmond Dekker
6.It's The Same Old Song (cover do Four Tops)- Third World
7.Walk On By (cover de Dionne Warwick)- Sugar Minott
Gravadora(s): Prisão de Ven... (hahaha! Desculpem!!)... digo, Som Livre (1990)
Curiosidades: Já falei sobre Eddy Grant no 1º vídeo daquela minha tentativa de "MTV caseira" chamada Rota Sonora TV e pausada por tempo indeterminado.
A 2ª música desta seleção também foi incluída bem antes, no 1º volume da coleção Video Hits.
Também já falei sobre Jimmy Cliff, além de uma coletânea dele bem aqui. A faixa 4 do Lado A e a 5 do Lado B foram regravadas por ele.
A 3ª do Lado A, meio que redescobri numa dessas mega coletâneas setentistas e eu achava que fosse uma mulher cantando.
Não me lembrava do grupo Third World, mas até que gostei.
A última música (outra regravação, lógico!) foi a que mais me marcou e fiquei sem achá-la ou sem nem mesmo saber quem cantava... por muito tempo.
Mas... por falar na tal propaganda, também achei ela por acaso. Confiram ou relembrem (apesar da baixa qualidade):
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segunda-feira, 24 de junho de 2019
Mais Uma Estação Que Fecha
Pois é... bem depois da Ipanema FM e da Rádio Cidade, foi anunciado o término das atividades da Unisinos FM, criada em 1995. A decisão foi da reitoria da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (São Leopoldo-RS), local da rádio.
Li uma das primeiras notícias a respeito disso por um link via Facebook, que na tarde do dia 04 deste mês a emissora entraria num processo de descontinuação. Portanto, nada de radialistas ou programas e somente seleções de músicas com vinhetas... até fechar de vez.
Na página da rádio dentro da mesma rede social, também li uma cacetada de reclamações e lamentações de ouvintes. Coisa que muita gente achava ou discordava, era considerar a Unisinos como "sucessora afetiva" da Ipanema, isso na preferência de quem buscava uma programação que não fosse tão comercial e longe de estar calcada na manjada estrutura FM apinhada de pop, sertanejo ou funk.
Leiam os detalhes de outra notícia:
http://coletiva.net/academia/e-oficial-unisinos-da-inicio-ao-processo-de-descontinuidade-da-103.3-fm,300827.jhtml?fbclid=IwAR1g1W21p7QdensCUH_ihPBShVGUjj3Gjlj3qeZyInz1I6QiYc_OS5u3Vy8
Mesmo não sendo um ouvinte de rádios FM tão frequente como eu era por anos, senti uma ponta de tristeza e desapontamento pelo destino da Unisinos.
Passei a acompanhar a emissora desde 2006 e conheci diversas bandas em sua programação, como Eagles of Death Metal, Klaxons, Happy Mondays e Super Furry Animals. Também me lembro de diversos programas.
Tinha o Moviola nos finais das manhãs de sábado, que falava sobre cinema com trilhas de filmes além da apresentação de Jimi Joe (também roqueiro) e Rodrigo de Oliveira. Confesso que tinha virado o meu favorito no lugar do Cena de Cinema, da Ipanema.
Almoçando Com os Beatles, que escutei muito pouco, passava aos domingos (meio-dia) e como o nome entregava, era dedicado ao eterno quarteto de Liverpool.
Superbacana passava nas noites de terça-feira com reprise aos domingos, tocava um álbum específico na íntegra e com direito a curiosidades. Lembro por exemplo, que já ouvi todas as faixas de Pet Sounds (dos Beach Boys) e Radioactivity (do Kraftwerk).
80 Por Hora, senão me engano também era aos domingos e só rolava (claro!) seleções oitentistas.
Li uma das primeiras notícias a respeito disso por um link via Facebook, que na tarde do dia 04 deste mês a emissora entraria num processo de descontinuação. Portanto, nada de radialistas ou programas e somente seleções de músicas com vinhetas... até fechar de vez.
Na página da rádio dentro da mesma rede social, também li uma cacetada de reclamações e lamentações de ouvintes. Coisa que muita gente achava ou discordava, era considerar a Unisinos como "sucessora afetiva" da Ipanema, isso na preferência de quem buscava uma programação que não fosse tão comercial e longe de estar calcada na manjada estrutura FM apinhada de pop, sertanejo ou funk.
Leiam os detalhes de outra notícia:
http://coletiva.net/academia/e-oficial-unisinos-da-inicio-ao-processo-de-descontinuidade-da-103.3-fm,300827.jhtml?fbclid=IwAR1g1W21p7QdensCUH_ihPBShVGUjj3Gjlj3qeZyInz1I6QiYc_OS5u3Vy8
Mesmo não sendo um ouvinte de rádios FM tão frequente como eu era por anos, senti uma ponta de tristeza e desapontamento pelo destino da Unisinos.
Passei a acompanhar a emissora desde 2006 e conheci diversas bandas em sua programação, como Eagles of Death Metal, Klaxons, Happy Mondays e Super Furry Animals. Também me lembro de diversos programas.
Tinha o Moviola nos finais das manhãs de sábado, que falava sobre cinema com trilhas de filmes além da apresentação de Jimi Joe (também roqueiro) e Rodrigo de Oliveira. Confesso que tinha virado o meu favorito no lugar do Cena de Cinema, da Ipanema.
Almoçando Com os Beatles, que escutei muito pouco, passava aos domingos (meio-dia) e como o nome entregava, era dedicado ao eterno quarteto de Liverpool.
Superbacana passava nas noites de terça-feira com reprise aos domingos, tocava um álbum específico na íntegra e com direito a curiosidades. Lembro por exemplo, que já ouvi todas as faixas de Pet Sounds (dos Beach Boys) e Radioactivity (do Kraftwerk).
80 Por Hora, senão me engano também era aos domingos e só rolava (claro!) seleções oitentistas.
Aeroplano era um programa da parte da tarde que passava de segunda a sexta e seu nome foi baseado na música Aeroplane do Red Hot Chili Peppers cujo trecho com o refrão "It's my aeroplane" servia com vinheta de apresentação seguido do som de um avião.
Tinha certos lugares onde era difícil de sintonizar a estação sem chiados, como no Centro de Porto Alegre ou dentro do ônibus.
Nem faço ideia de qual estação ocupará o 103.3 do dial.
Como seu slogan já dizia: "Música muda tudo". Mas neste caso, nem sempre as inevitáveis mudanças agradam quem tem as mesmas preferências musicais.
Tinha certos lugares onde era difícil de sintonizar a estação sem chiados, como no Centro de Porto Alegre ou dentro do ônibus.
Nem faço ideia de qual estação ocupará o 103.3 do dial.
Como seu slogan já dizia: "Música muda tudo". Mas neste caso, nem sempre as inevitáveis mudanças agradam quem tem as mesmas preferências musicais.
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quarta-feira, 29 de maio de 2019
Impressões Pessoais e Fichas de 2 Respectivos Álbuns do Depeche Mode
Já falei anteriormente que esta banda é aquele caso de que (a meu ver e ouvir), quanto mais escuta-se, mais fã fica-se. Não me considero adorador ou aficionado a ponto de ter muitos produtos relacionados como coletâneas de shows ou edições com versões remixadas, mas queria de ter uma camiseta do Depeche Mode como uma que já vi numa extinta loja da Galeria Chaves (Porto Alegre).
Consegui encontrar a edição "Deluxe" do Delta Machine, com 2 discos. Achei este e o Spirit em MP3.
Vi um exemplar no Disco Bar (também em Porto Alegre) durante uma edição do Feirão das Hq's e seu organizador, Christian Ordoque, me falou que achou uma porcaria.
Na minha humilde opinião, achei interessante e curioso, mesmo que os acordes das músicas tragam aquela sensação (no bom e no mau sentido) de soarem antigas/datadas ou de parecerem faixas excluídas de álbuns anteriores.
Faixas do Disco 1: 1.Welcome to My World/ 2.Angel/ 3.Heaven/ 4.Secret to The End/ 5.My Little Universe/ 6.Slow/ 7.Broken/ 8.The Child Inside/ 9.Soft Touch - Raw Nerve/ 10.Should Be Higher/ 11.Alone. 12.Soothe My Soul/ 13.Goodbye
Faixas do Disco-Bônus: 1.Long Time Lie/ 2.Happens All the Time/ 3.Always/ 4.All That's Mine
Gravadora(s): Columbia/Mute (2013)
Com este álbum, minha sensação/opinião é bem parecida e até cheguei a me confundir se é neste ou no anterior que possui música(s) que parece(m) com alguma(s) do Kraftwerk. Numa outra hora, vou re-escutá-los com mais atenção.
Gravadora(s): Columbia/Mute (2017)
Pelo pouco que li, Delta Machine e Spirit tiveram boa repercussão. Mesmo assim, devo admitir e concordar que não se comparam ou se igualam a Music For the Masses (1987) e ao também clássico Violator (1990). E mais, acho que ficam devendo muito até pra Playing the Angel (2005) e The Sound of The Universe (2009)!
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Cobertura (Por Acaso) da Feira do Vinil
28/04/19: Num domingo que começou nublado, teve uma tarde ensolarada, mesmo com a brisa fria que podia-se sentir na sombra ao passear pelo Centro Histórico de Porto Alegre.
...com uma feira na Travessa dos Cataventos, a via de acesso entre as ruas dos Andradas e Siqueira Campos.
Primeiro, conferi as bancas até chegar onde tinha food trucks. Depois, perguntei a uns expositores de uma das mesas o que era exatamente aquela feira, só pra tirar uma mera dúvida. A resposta...
...era mesmo uma feira voltada aos discos. Mesmo assim...
...tinha cd's, roupas, quadros e outros produtos a disposição...
...como pode-se ver mais adiante.
Não sabia que haveria algo naquela tarde, por não ter visto em nenhuma rede ou ter sido convidado.
Geralmente, tirando lojas específicas ou eventos alternativos...
...eu sabia que uma feira destinada a discos tem sempre no Mercado Público.
O som ambiente ficou a cargo de um DJ.
Realmente, teve muita coisa!
Vista do 5º andar
Vista do 3º andar. Sendo que esta foto e a de cima foram tiradas mais tarde, após visitar o Espaço Sapato Florido. Mas falarei o que teve lá não aqui, mas no blog Visão ANDF.
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Na Quarta-O-Kê (Com Atraso!)
Esta é a continuação do artigo que começou falando sobre a 5ª edição do Dia das Hq's Nacionais, em Alvorada-RS.
Todas as noites de quarta-feira, o Garage 80's realiza uma série de shows da banda Hits Cover onde...
...convida-se quem quiser chegar e cantar junto uma música nacional por meio de uma lista.
Mais tarde, recebi carona do Paulo Ricardo Kobielski (Quadrante Sul Comics, Mundo Gibi).
Todas as noites de quarta-feira, o Garage 80's realiza uma série de shows da banda Hits Cover onde...
...convida-se quem quiser chegar e cantar junto uma música nacional por meio de uma lista.
Após tocar 2 músicas, o vocalista Beto Camparra chamou e adivinhem quem levantou a mão? Pois é... eu mesmo! Já tinha em mente qual teria que cantar e escolhi... Meu Erro, do Paralamas do Sucesso.
Confiram o vídeo da nossa performance, filmado por Adão de Lima Jr.:
Mais tarde, recebi carona do Paulo Ricardo Kobielski (Quadrante Sul Comics, Mundo Gibi).
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Poesias e Letras de Música em Estado Bruto
No final de 2018, achei um exemplar deste livro na Biblioteca Pública Luís Fernando Veríssimo (Alvorada). Eu já sabia vagamente do que se tratava, até mesmo por ser fã da banda Nenhum de Nós.
O vocalista e compositor Thedy Corrêa juntou poesias e letras de músicas criadas em seus momentos de insônia ou de tempo livre. Material em estado bruto, como foram concebidas. Alguns textos contém explicações do próprio autor.
A cópia da biblioteca foi até autografada.
Minha favorita: Eu Preciso Acreditar
Destaque: O Espelho do Cego, que enfatiza um certo Luis que tinha uma biblioteca e terminou cego, o cantor Cazuza e Wuer Kaixi, um dos protestantes presentes na Praça Celestial (China), em 1989.
As que viraram músicas: Compaixão, Jornais, Deixa o Sol Entrar, Eu Não Entendo, Da Janela, Amanhã ou Depois, Paz e Amor, Diga a Ela, Tão Diferente, Você Vai Lembrar de Mim e Julho de 83.
O livro foi lançado originalmente em 2006, pela L&PM Editores.
Geralmente, não sou chegado em leitura de poesias (não sei por quê). Mas valeu a conferida. Não é uma leitura maçante, cafona ou enjoada.
sábado, 5 de janeiro de 2019
Vídeos pro 13º Mutação (Com Atraso!)+8 Anos no Ar
Era pra mostrar em dezembro passado, mas... por causa de problemas técnicos, apenas agora é que venho publicar os 2 vídeos que montei pro serem exibidos no evento realizado dentro da Feira do Livro de Porto Alegre: o 13º Mutação.
E desta forma, fica sendo uma comemoração de aniversário deste blog. Quem não esteve lá, pode assistir aqui mesmo e quem já viu, assiste novamente.
Começando com o que homenageia os personagens de quadrinhos estrangeiros e nacionais:
Detalhe: refiz um trecho do vídeo acima por reparar que tinha me esquecido de uma personagem criada em 1978, mas que só descobri por acaso e lá por 2004, chamada...
...Omaha- The Cat Dancer. Saiu no Brasil num álbum só que foi publicado pela Conrad com o título Omaha- A Stripper. Li e virei fã. Pena que não saiu mais nada. Mas falarei sobre ela no blog Visão ANDF.
E o vídeo seguinte, foi dedicado aos artistas finados em 2018 ou bem antes, que trabalharam com hq's ou em trabalhos relacionados. No final dele, incluí um amigo ligado a fanzines e quadrinhos que nos deixou um ano antes:
Até...
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quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Vídeos da ComicCon RS 2018
Como falei no final do meu artigo (lá no blog Visão ANDF) sobre a cobertura que meu irmão e eu fizemos em Canoas, resolvi juntar todas as fotos que tiramos e montei slideshows. Mas por que não postei lá mesmo ou no Youtube?
Simples... porque utilizei músicas que tem tudo a ver com este blog, mas que também poderiam estar no GraphicCine e além disso, se fossem publicados no meu canal haveria possíveis problemas que afetariam a permanência dos vídeos.
Então... confiram!
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sábado, 28 de julho de 2018
Mês Especial do Rock 39- Supertramp, REO Speedwagon e Crowded House
Inicialmente criado como um grupo de rock progressivo até incorporar outros estilos mais pop, o Supertramp surgiu em 1969, na capital inglesa (Londres, né?!). Seu 1º nome foi Daddy, mas depois mudou, inspirado no livro The Autobiography of A Super-Tramp, do poeta/escritor William Henry-Davies.
Seus criadores (Roger Hodgson e Rick Davies) compunham e cantavam separadamente suas músicas. A banda também utilizou-se de piano elétrico e saxofone. Emplacou inúmeros hits, especialmente dos anos 1970 aos 1980.
Hodgson saiu em 1983, pra se dedicar à carreira solo e ficar mais tempo com sua família. Embora hajam boatos dizendo que foi por diferenças criativas.
Supertramp chegou a parar em 1988, retornar de 1996 a 2002, de 2010 a 2011 e a prosseguir desde 2015.
Seus criadores (Roger Hodgson e Rick Davies) compunham e cantavam separadamente suas músicas. A banda também utilizou-se de piano elétrico e saxofone. Emplacou inúmeros hits, especialmente dos anos 1970 aos 1980.
Hodgson saiu em 1983, pra se dedicar à carreira solo e ficar mais tempo com sua família. Embora hajam boatos dizendo que foi por diferenças criativas.
Supertramp chegou a parar em 1988, retornar de 1996 a 2002, de 2010 a 2011 e a prosseguir desde 2015.
Ex-integrantes: Roger Hodgson (vocal, guitarra, teclados e guitarra baixo), Richard Palmer-James (guitarra e vocal), Keith Baker (bateria), Robert Millar (bateria e percussão), Dave Winthrop (madeiras e vocal), Kevin Currie (bateria e percussão), Frank Farrell (baixo e vocais de apoio), Doug Thomson (baixo) e Tom Walsh (percussão)
E agora, vou falar sobre o que tem numa coletânea deste grupo...
Faixas do Disco 1: 1.Surely (Edited Version)/ 2.Your Papa Don't Mind/ 3.Land Ho (Remix)/ 4.Summer Romance/ 5.School/ 6.Blood Well Right/ 7.Dreamer/ 8.Rudy/ 9.Crime of The Century/ 10.Sister Moonshine/ 11.Ain't Nobody But Me/ 12.Lady/ 13.Two of Us/ 14.Give a Little Bit/ 15.Downstream/ 16.Even in The Quietest Moments/ 17.From Now On
Faixas do Disco 2: 1.Gone Hollywood/ 2.The Logical Song/ 3.Goodbye Stranger/ 4.Breakfast in America/ 5.Oh Darling/ 6.Take the Long Way Home/ 7.You Started Laughing (Live)/ 8.It's Raining
Again/ 9.My Kind of Lady/ 10.Don't Leave Me Now/ 11.Cannonball/ 12.Free As a Bird/ 13.You Win, I Loose/ 14.Another Man's Woman (Live)/ 15.Over You (Edited Version)
Sobre o Disco 1: A faixa 1 é de Supertramp (1970). A faixa 2 é de Indelibly Stamped (1971). Faixas 3 e 4 são singles lançados em 1974. Faixas 5 a 9 são de Crime of The Century (1974), sendo que a 7 também foi incluída na trilha do filme As Aventuras de Rocky & Bullwinkle (2000). Faixas 10 a 13 são de Crisis? What Crisis? (1975). Faixas 14 a 17 são de Even in The Quietest Moments (1977), sendo que a 14 também toca em Superman- O Filme (1978) e foi regravada pelo Goo Goo Dolls, em 2004.
Sobre o Disco 2: Faixas 1 a 6 vieram de Breakfast in America (1979). A faixa 7 é do disco Paris (1980). Faixas 8 a 10 vieram de ...Famous Las Word... (1982), sendo que a 8 também apareceu na coletânea Video Hits (do mesmo ano). A faixa 11 é de Brother Where You Bound (1985). A faixa 12 é do álbum homônimo de 1988 e foi incluído na trilha internacional da novela Vale Tudo (do mesmo ano). A faixa 13 é de Some Things Never Change (1997). A faixa 14 é de Crisis? What Crisis? (1975). E a 15ª veio de Slow Motion (2002).
Gravadora: A&M (2005)
REO Speedwagon foi criado em 1967, na cidade de Champaign (Illinois-EUA) e a 1ª parte do seu nome era grifado como R.E.O. (tipo uma sigla). Mas a origem do nome em si vem do motor REO Speed Wagon, da REO Motor Car Company, criação do industrial americano de automóveis Ransom Eli Olds.
Em seu repertório, tem 2 músicas que são bastantes lembradas nos anos 1980... Keep On Loving You, que conheci através da coletânea Hit Parade 2 (1981), também foi incluída nas trilhas dos filmes O Último Americano Virgem (1982) e Adrenalina 2- Alta Voltagem (2009)... e Can't Fight This Feeling, que consta na trilha do filme Não é Mais Um Besteirol Americano (2001).
Outra música que, embora não seja tão marcante, é Keep the Fire Burnin'.
Prossegue até hoje.
Integrantes: Kevin Cronin (vocal, guitarra rítmica e teclados), Neal Doughty (teclados), Bruce Hall (vocal, baixo e vocais de apoio), Dave Amato (guitarra e vocais de apoio) e Bryan Hitt (bateria e percussão)
Ex-integrantes: Alan Gratzer (bateria, percussão e vocais de apoio), Joe Matt (guitarra e vocal), Mike Blair (baixo e vocais de apoio), Terry Luttrell (vocal), Bob Crownover (guitarra), Gregg Philbin (baixo e vocais de apoio), Joe McCabe (saxofone), Marty Sheppard (trompete), Bill Fiorio (guitarra), Steve Scorfina (guitarra), Garry Richrath (guitarra e vocais ocasionais- falecido em 2015), Mike Murphy (vocal e guitarra rítmica ocasional), Graham Lear (bateria), Miles Joseph (guitarra), Carla Day (vocais de apoio), Melanie Jackson (vocais de apoio) e Jesse Harms (teclados)
Discografia: R.E.O. Speedwagon (1971), R.E.O./T.W.O. (1972), Ridin' the Storm Out (1973), Lost in A Dream (1974), This Time We Mean It (1975), R.E.O. (1976), You Can Tune a Piano, But You Can't Tuna Fish (1978), Nine Lives (1979), Hi Infidelity (1980), Good Trouble (1982), Wheels Are Turnin' (1984), Life as We Know It (1987), The Earth, a Small Man, His Dog and A Chicken (1990), Building the Bridge (1996), Find Your Own Way Home (2007) e Not So Silent Night... Christmas With REO Speedwagon (2009)
Banda de Melbourne (Austrália), Crowded House foi criada em 1985, tendo alguns ex-integrantes do Split Enz. Até utilizou, inicialmente, o nome Enz With a Bang e depois, The Mullanes.
Seu nome definitivo veio de uma casa em Los Angeles, que serviu pra gravar seu 1º disco, levando o mesmo nome da banda.
Seu 1º (se não o maior e único) sucesso é Don't Dream It's Over, que foi incluído na trilha internacional da novela O Outro (1986), além de ter sido regravado por Paul Young e pela banda Sixpence None the Richer... sendo que o cover desta última aparece na coletânea da série Smallville, chamada Smallville: The Talon Mix (2003).
Outra música que conheci quando criança é Better Be Home Soon, que ouvi pela coletânea Mega Hits 2 (1988) e descobri bem mais tarde, Something So Strong.
A banda chegou a encerrar suas atividades em 1996, mas reuniu-se 10 anos depois.
Integrantes: Neil Finn (vocal, guitarra e teclados), Nick Seymour (baixo e vocais de apoio), Mark Hart (guitarra, teclados e vocais de apoio) e Matt Sherrod (bateria, percussão e vocais de apoio)
Ex-integrantes: Craig Hooper (guitarra e vocais de apoio), Paul Hester (bateria, percussão, teclados e vocais de apoio), Tim Finn (irmão de Neil- guitarra, vocal e teclados) e Peter Jones (bateria e vocais de apoio)
Discografia: Crowded House (1986), Temple of Low Men (1988), Woodface (1991), Together Alone (1993), Time On Earth (2007) e Intriguer (2010)
Fontes: Youtube e Wikipédia (Brasil e EUA)
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segunda-feira, 2 de julho de 2018
Mês Especial do Rock 38- Todos Com a 4ª Letra do Alfabeto
Charles Weedon Wetslover era um cantor e compositor de country e rock, que iniciou sua carreira solo em 1958.
Nascido em Grand Rapids (Michigan-EUA), serviu ao exército e fez parte de uma banda (The Cool Flames), em 1954. Depois, fez parte do grupo The Moonlight Ramblers, que foi renomeado de Big Little Show Band, em 1958.
Por sugestão do produtor (de uma gravadora) Harry Balk, Charles passou a usar o nome artístico Del Shannon que foi a combinação do pseudônimo Marc Shannon (que o cantor chegou a usar) com o carro Cadillac Coup de Vile.
Fez sucesso com músicas do porte de Runaway e Keep Searchin' (We'll Follow the Sun). Ele também apareceu em comédias musicais e na TV.
Suicidou-se em 1990, sofrendo de depressão, aos 55 anos.
Discografia: Runaway (1961), Little Town Flirt (1961), Handy Man (1964), 1,661 Seconds with Del Shannon (1964), This is My Bag (1966), Total Commitment (1966), The Further Adventures of Charles Westover (1968), Drop Down and Get Me (1982) e Rock On! (1989)
Curiosidades: Runaway já foi regravada por Elvis Presley, Ângelo Máximo (como O Amor Que Perdi), Travelling Wilburys e Kasabian, entre outros... além de ter sido utilizada num episódio da 2ª temporada de Heroes.
Já Keep Searchin', descobri numa coletânea chamada Greatest Hits of The 60's (lançada em 2000).
Grupo de hardcore e punk rock criado em 1978, o Dead Kennedys surgiu em São Francisco (Califórnia) criticando e satirizando figuras políticas liberais e conservadoras, além de autoridades em geral.
Mesmo com seu controverso nome, que segundo o então vocalista Jello Biafra, não tinha intenção de insultar a memória do presidente John Kennedy, apresentou-se com os pseudônimos de The DK's, The Sharks, The Creamsicles e The Pink Twinkies.
Conheci e ouvi muito pela Unisinos FM, em especial, músicas de seu 1º disco: California Über Alles, Kill the Poor, Holiday in Cambodia e Viva Las Vegas (cover do Elvis).
Chegou a parar em 1986, mas reuniu-se em 2001.
Integrantes: East Bay Ray (vocal), Klaus Floride (baixo e vocais de apoio), Ron "Skip" Greer (vocal) e D.H. Peligro (bateria e vocais de apoio)
Ex-integrantes: Jello Biafra (vocal), 6025 (guitarra rítmica), Ted (bateria), Brandon Cruz (vocal), Jeff Penalty (vocal), Dave Scheff (bateria) e Greg Reeves (baixo)
Discografia: Fresh Fruit For The Rotting Vegetables (1980), Plastic Surgery Disasters (1982), Frankenchrist (1985) e Bedtime For Democracy (1986)
Curiosidade: o 3º álbum chegou a causar polêmica por causa de um pôster encartado com ilustração criada em 1973 pelo designer/ilustrador H.R. Giger, famoso designer da franquia Alien e de A Experiência. O que tinha na pintura? Órgãos genitais grudados uns nos outros, o que impossibilitava a venda pra menores.
E vinda de Sydney (Austrália), Divinyls, banda de pop rock surgida em 1980.
Em sua criação, teve ajuda de Jeremy Paul (ex-integrante do Air Supply). Mesmo começando e tendo atuada diversas vezes como uma dupla, já teve mais músicos envolvidos ao longo de sua carreira.
A música mais lembrada, ao menos pra muita gente no Brasil, é a controversa e maliciosa I Touch My Self (de 1990), que foi incluída na coletânea Mega Hits 5 (1991) e na trilha do filme Austin Powers (1997).
Divinyls encerrou atividades em 1996 e voltou em 2006. Mas parou de vez em 2009.
A vocalista Chrissy Amphlett faleceu em 2013 (com 53 anos), após sofrer em seus últimos anos com câncer de mama e esclerose múltipla.
Integrantes: Chrissy Amphlett (vocal- falecida), Mark McEntee (guitarra, vocais de apoio e teclados), Jeremy Paul (guitarra baixo), Bjarne Ohlin (teclados, guitarra e vocais de apoio), Richard Harvey (bateria), Rick Grossman (guitarra baixo), Frank Infante (guitarra), Charley Drayton (guitarra baixo, bateria, percussão, guitarra e vocais de apoio), Charlie Owen (guitarra), Jerome Smith (baixo) e Clayton Doley (teclados)
Discografia: Desperate (1983), What a Life! (1985), Temperamental (1988), Divinyls (1991) e Underworld (1996)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA) e Amazon.co.uk
Nascido em Grand Rapids (Michigan-EUA), serviu ao exército e fez parte de uma banda (The Cool Flames), em 1954. Depois, fez parte do grupo The Moonlight Ramblers, que foi renomeado de Big Little Show Band, em 1958.
Por sugestão do produtor (de uma gravadora) Harry Balk, Charles passou a usar o nome artístico Del Shannon que foi a combinação do pseudônimo Marc Shannon (que o cantor chegou a usar) com o carro Cadillac Coup de Vile.
Fez sucesso com músicas do porte de Runaway e Keep Searchin' (We'll Follow the Sun). Ele também apareceu em comédias musicais e na TV.
Suicidou-se em 1990, sofrendo de depressão, aos 55 anos.
Discografia: Runaway (1961), Little Town Flirt (1961), Handy Man (1964), 1,661 Seconds with Del Shannon (1964), This is My Bag (1966), Total Commitment (1966), The Further Adventures of Charles Westover (1968), Drop Down and Get Me (1982) e Rock On! (1989)
Curiosidades: Runaway já foi regravada por Elvis Presley, Ângelo Máximo (como O Amor Que Perdi), Travelling Wilburys e Kasabian, entre outros... além de ter sido utilizada num episódio da 2ª temporada de Heroes.
Já Keep Searchin', descobri numa coletânea chamada Greatest Hits of The 60's (lançada em 2000).
Grupo de hardcore e punk rock criado em 1978, o Dead Kennedys surgiu em São Francisco (Califórnia) criticando e satirizando figuras políticas liberais e conservadoras, além de autoridades em geral.
Mesmo com seu controverso nome, que segundo o então vocalista Jello Biafra, não tinha intenção de insultar a memória do presidente John Kennedy, apresentou-se com os pseudônimos de The DK's, The Sharks, The Creamsicles e The Pink Twinkies.
Conheci e ouvi muito pela Unisinos FM, em especial, músicas de seu 1º disco: California Über Alles, Kill the Poor, Holiday in Cambodia e Viva Las Vegas (cover do Elvis).
Chegou a parar em 1986, mas reuniu-se em 2001.
Integrantes: East Bay Ray (vocal), Klaus Floride (baixo e vocais de apoio), Ron "Skip" Greer (vocal) e D.H. Peligro (bateria e vocais de apoio)
Ex-integrantes: Jello Biafra (vocal), 6025 (guitarra rítmica), Ted (bateria), Brandon Cruz (vocal), Jeff Penalty (vocal), Dave Scheff (bateria) e Greg Reeves (baixo)
Discografia: Fresh Fruit For The Rotting Vegetables (1980), Plastic Surgery Disasters (1982), Frankenchrist (1985) e Bedtime For Democracy (1986)
Curiosidade: o 3º álbum chegou a causar polêmica por causa de um pôster encartado com ilustração criada em 1973 pelo designer/ilustrador H.R. Giger, famoso designer da franquia Alien e de A Experiência. O que tinha na pintura? Órgãos genitais grudados uns nos outros, o que impossibilitava a venda pra menores.
E vinda de Sydney (Austrália), Divinyls, banda de pop rock surgida em 1980.
Em sua criação, teve ajuda de Jeremy Paul (ex-integrante do Air Supply). Mesmo começando e tendo atuada diversas vezes como uma dupla, já teve mais músicos envolvidos ao longo de sua carreira.
A música mais lembrada, ao menos pra muita gente no Brasil, é a controversa e maliciosa I Touch My Self (de 1990), que foi incluída na coletânea Mega Hits 5 (1991) e na trilha do filme Austin Powers (1997).
Divinyls encerrou atividades em 1996 e voltou em 2006. Mas parou de vez em 2009.
A vocalista Chrissy Amphlett faleceu em 2013 (com 53 anos), após sofrer em seus últimos anos com câncer de mama e esclerose múltipla.
Integrantes: Chrissy Amphlett (vocal- falecida), Mark McEntee (guitarra, vocais de apoio e teclados), Jeremy Paul (guitarra baixo), Bjarne Ohlin (teclados, guitarra e vocais de apoio), Richard Harvey (bateria), Rick Grossman (guitarra baixo), Frank Infante (guitarra), Charley Drayton (guitarra baixo, bateria, percussão, guitarra e vocais de apoio), Charlie Owen (guitarra), Jerome Smith (baixo) e Clayton Doley (teclados)
Discografia: Desperate (1983), What a Life! (1985), Temperamental (1988), Divinyls (1991) e Underworld (1996)
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA) e Amazon.co.uk
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quinta-feira, 28 de junho de 2018
Mutuca e Seu Nada Nocivo Clube
Após ler notícias sobre a partida deste mundo de Carlos Eduardo Weyrauch (o Mutuca), é que lembrei de um programa legal que eu costumava escutar às vezes.
Sem saber que o apresentador era um músico muito influente no cenário gaúcho, descobri o Hot Club do Mutuca lá por volta de 2009, que passava aos sábados na extinta Ipanema FM (94.9), das 4 às 6 da tarde.
Passava músicas antigas, principalmente dos anos 1950 e 60. Costumava fazer sorteios por telefone pra quem acertasse uma pergunta a fim de ganhar um corte de cabelo de uma barbearia patrocinadora. Também tinha o quadro Inversões, que tocava uma música e sua adaptação/versão brasileira.
O programa durou de 1991 a 2015. Quando a rádio fechou fisicamente e foi pra internet, o Hot Club, que também chegou a ter uma coluna no Jornal NH, passou pra também virtual Dinâmico FM.
Em sua carreira de roqueiro, Mutuca atuou em bandas como Alphagroup (1967), Mutuca & Amigos (1982) e Mutuca e Os Animais (1991).
Faleceu dia 12 de junho, de infarto, aos 71 anos.
Descanse em paz.
Fontes: https://www.tca.com.br/news/morre-em-taquara-o-musico-gaucho-mutuca/ e
http://www.coletiva.net/radiojornalismo/musico-e-radialista-mutuca-nao-resiste-a-infarto-e-morre-aos-71-anos,275843.jhtml
Sem saber que o apresentador era um músico muito influente no cenário gaúcho, descobri o Hot Club do Mutuca lá por volta de 2009, que passava aos sábados na extinta Ipanema FM (94.9), das 4 às 6 da tarde.
Passava músicas antigas, principalmente dos anos 1950 e 60. Costumava fazer sorteios por telefone pra quem acertasse uma pergunta a fim de ganhar um corte de cabelo de uma barbearia patrocinadora. Também tinha o quadro Inversões, que tocava uma música e sua adaptação/versão brasileira.
O programa durou de 1991 a 2015. Quando a rádio fechou fisicamente e foi pra internet, o Hot Club, que também chegou a ter uma coluna no Jornal NH, passou pra também virtual Dinâmico FM.
Em sua carreira de roqueiro, Mutuca atuou em bandas como Alphagroup (1967), Mutuca & Amigos (1982) e Mutuca e Os Animais (1991).
Faleceu dia 12 de junho, de infarto, aos 71 anos.
Descanse em paz.
Fontes: https://www.tca.com.br/news/morre-em-taquara-o-musico-gaucho-mutuca/ e
http://www.coletiva.net/radiojornalismo/musico-e-radialista-mutuca-nao-resiste-a-infarto-e-morre-aos-71-anos,275843.jhtml
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