terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Nada a Ver Com o Natal

O cantor, compositor e produtor Noel Pagan nasceu no Bronx (Nova York, EUA).
Simplesmente conhecido por Noel, começou sua carreira em 1986 e 1 ano depois, lançou seu primeiro disco, de onde saíram seus 2 únicos hits... Silent Morning e Like a Child. A primeira fez parte da trilha da novela Vale Tudo (1988).
Lembro bastante, que escutava suas músicas desde criança por estações de FM.

Em seu segundo álbum, chegou a incluir a regravação de Donna (de Ritchie Valens), mas não teve o mesmo sucesso e sumiu das paradas.
Consta que em 2000, reapareceu como convidado do festival Freestyle Reunion e em 2007, lançou o single I Feel Alive.

Discografia: Noel (1987) e Hearts On Fire (1993)

Fontes: Wikipedia (Brasil e EUA), http://www.trash80s.com.br/2009/12/que-fim-levou-noel-de-silent-morning/

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Sociedade das Aventuras Fantásticas

Parece nome de livro, grupo de RPG ou filme. Mas na realidade, é de um álbum... e de um músico gaúcho!

Entre vários dos presentes que ganhei de Alex "Quadrante Sul Comics" Doeppre no início da Feira do Livro de Porto Alegre, veio um CD que nunca tinha visto, nem em pôsteres. Nem mesmo, nunca tinha escutei antes.
Trata-se do trabalho do guitarrista Marcos De Ros, cujas músicas são todas instrumentais, como as do grupo Pata de Elefante. E os títulos têm a ver com personagens de livros, HQ's e cinema. Não são releituras de canções famosas e sim, trilhas completamente originais. Achei interessante.
Ainda por cima, é um álbum duplo!!
No encarte, há explicações a respeito de cada tema que inspirou faixa por faixa.

Integrantes do projeto: Marcos de Ros (guitarra), Eder Bergozza (teclados), Thiago Caurio (bateria) e Marcel Van Der Zwam (baixo), com a participação de Rafael Gubert (assobio na musica 4 do Disco 1 e na 3ª do Disco 2)

Faixas do CD 1: 1.Era Uma Vez/ 2.As Aventuras do Capitão Jack Sparrow/ 3.Alice no Pais das Maravilhas/ 4.Moby Dick, A Baleia/ 5.Aladim/ 6.O Pequeno Príncipe/ 7.Pinoquio 8.Sherlock Holmes/ 9.A Volta ao Mundo em 80 Dias


Faixas do CD 2: 1.Os Doze Trabalhos de Hércules/ 2.Os 3 Mosqueteiros/ 3.Nautilus, das 20.000 Léguas Submarinas/ 4.Peter Pan/ 5.Hino do Super-Homem/ 6.Tarzan/ 7.Canção para Poliana/ 8.Don Quixote de La Mancha 

Lançado em 2013, graças a Lei de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul.

Fontes: O encarte do próprio CD e Wikipédia (Brasil)

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Giorgio Moroder

Esse nome, por muito tempo, não me soava estranho.

Hansjörg Moroder (também chamado de Giovanni), natural de Ortisei (Itália), é um cantor, produtor musical, compositor e DJ que iniciou sua carreira em 1965.
Seu 1º sucesso comercial foi Son of My Father (1971), criada por ele (ainda chamado apenas de Giorgio) com o compositor Pete Bellotte (colega por muito tempo), só que em alemão... com letras e voz de Michael Holm, cujo título é Nachts Scheint Die Sonne. A versão em inglês veio 1 ano depois, popularizada pela banda Chicory Tip e por Moroder, com o disco homônimo.

Outra canção notória, já na época das discotecas... é From Here to Eternity, do álbum homônimo de 1976. Esta, eu já ouvia desde criança num vinil de uma antiga gravadora que só lançava regravações, como eu soube, tempos depois. 
A versão original e a editada (quase toda música tem!) só descobri beeeem mais tarde. Tocou uma delas num evento que teve em Alvorada, este ano.

Ele trabalhou fazendo arranjos e composições pra muita gente, como Donna Summer, Limahl, David Bowie, Kylie Minogue, Philip Oakey (vocalista do The Human League), The Three Degrees... entre outros.

Discografia: That's Bubblegum, That's Giorgio (1969), Giorgio (1970), Son of My Father (1972), Giorgio's  Music (1973), Spinach 1 (1973), Einzelgänger (1975), Knights in White Satin (1976), From Here to Eternity (1976), Love's in You, Love's in Me (1978), E=MC² (1979), Solitary Men (1983), Innovisions (1985), Philip Oakey & Giorgio Moroder (1985), To Be Number One (1990), Forever Dancing (1992) e Déjà Vu (2015)

Trilhas pra filmes: Midnight Express (O Expresso da Meia-Noite, 1978), American Gigolo (Gigolô Americano, 1980), Foxes (Gatinhas, 1980), Cat People (A Marca da Pantera, 1982), Scarface (1983), D.C. Cab (Táxi Especial, 1983), The NeverEnding Story (A História Sem Fim, 1984), Metropolis (Metrópolis, 1984), Over the Top (Falcão- O Campeão dos Campeões, 1987), To Be Number One (1990), The NeverEnding Story II: The Next Chapter (A História Sem Fim II, 1990)
Sendo que, no 1º História Sem Fim, Giorgio compôs a música com Klaus Dolginger e no 2º, com Robert Folk.
E essa versão do filme mudo Metrópolis não é um remake, e sim uma versão colorizada e com outra trilha.

Aos 75 anos, Moroder continua trabalhando.

Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)

domingo, 4 de outubro de 2015

Passada Rápida na Praça João Goulart

 04/10/15: Um dos inúmeros convites que recebi via Facebook, era sobre uma mostra com bandas de rock na praça central de Alvorada...
...um evento em apoio ao meio ambiente. E como não tinha certeza se teria jeito de assistir, respondi um "Talvez", por conta de um trampo marcado pra conseguir meus trocados.
Como voltei quando já havia começado faz um certo tempo, passei por lá... e justo quando a Hits Cover se apresentava!

 O local foi o anfiteatro, aquele mesmo que fica perto das pistas de skate.
 E sinto muito se as fotos não tinham zoom. Só tinha meu celular a mão, pra quebrar um galhão.
 Não fiquei muito tempo. Voltei pra casa por estar com dor de cabeça. Maldita sinusite!!
E só.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Lua Que Mata

Taí uma banda que não é das minhas favoritas, que nunca corri atrás de informação. Mas também, nunca a desmereci ou debochei.

O fato que me inspirou a escrever sobre Echo & The Bunnymen, foi a lua cheia do final deste mês. Conforme anunciado há meses, junto com o fenômeno da Super Lua, haveria (e teve) um eclipse lunar, fazendo com que ela ficasse com um brilho avermelhado e visível a olho nu.
Como infelizmente, o céu ficou hiper nublado e parecendo uma camada de cimento, não pude tirar nem foto. Só vi por um hangout no Youtube.

Criada em 1978 e em Liverpool, (Inglaterra), E&TB é da época do punk rock, mas com influência dos Beatles, Velvet Underground e The Doors.
Ian McCulloch (o vocalista) era integrante do grupo The Crucial Tree, que quando terminou, ele se uniu a Will Sergeant pra formar o Echo (ainda sem o & The Bunnymen) em 1978.
Seu nome definitivo só veio após a inclusão de Les Pattinson e de tocarem no clube Eric, em Liverpool.
Alcançaram o sucesso no Reino Unido, nos Estados Unidos e no Brasil, onde se apresentaram no Rio de Janeiro, em 1987.
Depois disso, McCulloch sai da banda e inicia carreira solo, sendo substituído por Noel Burke. O baterista Pete de Freitas morreu num acidente de moto, em 1990.
A banda se dissolveu em 1992. 
2 anos depois, os membros fundadores criaram o Electrafixion.

Em 1996, reuniu-se e prosseguiu com seus shows.

Dentre seus hits, há The Cutter (do 3º álbum), Lips Like Sugar (do 5º álbum), The Killing Moon (do 4º álbum e que inspirou o título deste artigo) e People Are Strange (cover do The Doors e parte da trilha do filme Os Garotos Perdidos).

Em 2003, Os Replicantes regravaram a música The Killing Moon, como A Lua Que Mata, na mesma época de sua turnê européia e no álbum/DVD Go Ahead.

Integrantes: Ian McCulloch (vocal) e Will Sergeant (guitarra)

Ex-integrantes: Pete de Freitas (falecido- bateria), Les Pattinson (bateria e baixo), Jake Brockman (teclados), Noel Buke (vocal) e Damon Reece (bateria)

Discografia: Crocodiles (1980), Heaven Up Here (1981), Porcupine (1983), Ocean Rain (1984), Echo & The Bunnymen (1987), Reverberation (1990), Evergreen (1997), What Are You Doing With Your Life? (1999), Flowers (2001), Siberia (2005), The Fountain (2009) e Meteorites (2014) 
Fontes: Wikipédia (Brasil e EUA)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Tenho Uma História pra Contar

Não gosto de parecer um obituário ou gato pingado. Só que não poderia deixar passar mais esta notícia triste. Não envolve outro fechamento de estação de rádio, como já falei aqui e aqui.

Ontem, durante uma conversa no Facebook, soube que...
Mary Mezzari, a ex-radialista da "extinta" Ipanema FM, faleceu a poucos dias. Me espantei!
Como este blog não é de notícias, deixo que confiram os demais detalhes em:
http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2015/08/morre-aos-61-anos-a-radialista-gaucha-mary-mezzari-4836291.html

A única vez em que a vi e falei (pouco) com ela, foi em 2007. Estava no Mercado Público (Porto Alegre) com o Luiz Sadovski (o Tiozinho) e Kátia Suman. Ganhei um autógrafo.
E lembro de uma certa música que usavam como vinheta, pra quando ela vinha ler notícias e curiosidades no meio de alguns intervalos comerciais.
Esta aqui:

Que descanse em paz. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Trilha Sonora de Uma Novela, Que Eu Não Tenho

Este é outro exemplo de seleção que escutei quando criança. Um exemplar deste disco pertenceu um um tio (irmão da minha mãe).
Duvido que uma foto assim, fosse aprovada como capa, hoje em dia. Com o moralismo hipócrita atual, nem se fala. Ah, mas a modelo posou na praia! E daí?!
E o título da novela, então? É a forma "amena" de falar que alguém tem muita sorte.

Antes que me perguntem, digo que não lembro de nada dessa novela. Era muito novo. Procurem no Wikipédia brasileiro, pra saciar a curiosidade ou relembrar... sei lá!

Mas, digo que o repertório internacional, tem muita música bacana. Vejam só:
Também não sei onde foi parar o tal vinil. A última vez em que o vi e escutei, foi na casa de uma tia, irmã do antigo dono.
Nem sei se venderam, perderam ou entregaram a alguém.
Bom, só é possível achar o disco (ou CD) num sebo, numa queima de estoque de alguma loja ou com ambulantes que vendem numa calçada (ou feiras alternativas).

Gravadora(s): Som Livre (1985)